Donnerstag, 23. April 2009

X


Sim.

Definitivamente, pra mim, nada precisa ser um terror explicito, desses que te assustam, não deixam dormir. Não. É fato que é bem mais assustador o que me atinge psicológicamente - sendo isso não muito extensivo.
É bem mais assustador algo que se mostra um infinito de "nada" a minha frente do que estar no escuro e pensar que algo pode estar por trás de mim, tentando puxar meu pé. Se sentir num vazio é o verdadeiro terror. Hoje, acordei com medo. Meu peito apertou por qualquer coisa que seja, que prefiro enconbrir com fantasia.
Não estou gostando nada do rumo que o tempo está me fazendo seguir, da velocidade estagnante do mês de marasmo que é Abril, de como tudo está parando a cada hora.
Não queria tratar nada com o alto teor psicológico, antropológico, físico. É apenas estar incomodado. Ultimamente, aliás, me sinto não muito inteligível, tentando trocar seis por meia dúzia.



Eu só queria tentar passar o que é assustador pra mim, o que assusta... que tudo está tão assustador quanto essa garotinha psicótica na imagem acima.




Jucksch, Márcio.

Sonntag, 19. April 2009

Outros espaços no mesmo plano





Lar...

O espaço privado que nos abastece para o político e público. Esse fundamento cuja construção e existência se celebra. Porque, de tão poderoso, sua mera expressão em palavra escrita ou falada já revela uma energia escondida; uma reserva inusitada de calor e acalento, nem muito e nem pouco, só o bastante para finalizar o ciclo. Até que possamos voltar.








Espaço...

É provavelmente o que há de maior para se dar em uma relação. É também a coisa mais complexa a se pedir. E, no entanto, é o que pode se tornar de mais excessivo, no caso desses dois procedimentos – dar e pedir - terem sido repletos de equívocos. Se os relacionamentos fossem um mercado, espaço seria mercadoria de alto-risco.





Jucksch, Márcio.

Escute aqui...


"É tudo uma questão de como você vai juntar os cacos. De informação, de sentimentos. A vida não existe de fato. Ela existe de invenção. Toda consciência é na verdade uma ficção, um fio de ordem para o caos e “fato” é simplesmente a ficção com a qual os outros concordam. Isso não a torna “menos” qualquer coisa. A concordância é algo muito importante. Pois cada nova consciência destrói uma antiga. Assim só pode ser uma questão de como se organiza o seu vitral, quando termina o dia".




Jucksch, Márcio.

Donnerstag, 9. April 2009

Uma memória triste...


No dia 8 de Setembro de 2007 eu me permiti morrer. Assim como minha antiga família, pai e trajetória.


No dia 9 de Abril de 2008 minha mãe comemorou mais um aniversário. Com menos um lugar à mesa.


No dia 8 de Setembro de 2008 eu nem mesmo compareci à missa de 1 ano do nosso mútuo falecimento.


No dia 30 de Setembro de 2008 eu completei 19 anos.


Hoje, 9 de Abril, é aniversário da minha antiga mãe. Ou devo dizer mesma, contemporânea... ou apenas mãe?


Eu nem sei mais a quanto tempo foi que foram nos buscar, todos de branco, pela última vez. E também nem queria saber da angústia, do amargo enfático da morte aos 13 anos.


E a inquietação nem é por esse pouco de lágrima que insiste em cada pesamento, mas, sim, por a saudade nunca explicar se ela é pior quando se está distante... ou perto.


Você pensa que é uma conta simples, mas não sabe se eu quero fazê-la.


Esses números não são capazes de ser apagados... então parabéns, Mãe!




Jucksch, Márcio.

Mittwoch, 1. April 2009

Come crashing in


Há tanta coisa por fazer. Que o mundo me traz e que eu proponho a ele.


Eu faço. Nem tudo que ele me traz, mas o que eu proponho e ele me permite fazer.


E as coisas que eu espero de julho podem ser um sinônimo de vencer os limites do que eu quero e do que o mundo quer pra mim. Ou não. Pode não significar nada. Mas eu tenho que tentar.



P.S.: Eu odeio futebol, acho.



Jucksch, Márcio.