Não. Não quero!
-Mas é preciso. Aprenda-me.
-(...) Numa tentativa, frustro-me. Noutra, mal espero por desligar-me, não posso. We do it for run (...)
-Fato é que tu me juras implicância dois minutos antes de nosso dia acabar e, o outro, começar em branco.
-Sério... então... "quando você sabe que o desconhecido existe e aceita-o sem tormento, o que ainda falta é o você para guiar o tu".
-Eu sempre te vi como meu arquétipo, minha imensidão lôbrega, de um inefável momento. De uma idiossincrasia meramente copiada; porém, penso, probo, não é?!
-Eu só penso que te amo. Eu não consigo e nem quero pensar na possibilidade de te demonstrar isso. Eu sei, fica parecendo indiferença... e a cada 'eu te amo' que te digo, tu pensas mais na possibilidade da banalização dos meus sentimentos e, conseqüentemente, na tentativa de querer fazer o mesmo com os teus. Mas isso seria de um cinismo ocasional que eu não acharia graça alguma. Mas eu te amo e pronto, não procuro passar dias construindo o que se acaba em segundos, assim que eu encontro conforto em algo que pode proporcionar o que eu desejo; não me apego em pensamentos fanáticos. Eu te amo nesse exato momento, sinta-se feliz. Em outro, não mais nos amaremos e tu... só irá seguir em frente com uma dor, talvez, gostosa dentro do peito, e as seguintes palavras no pensamento: "eu poderia te dito a-q-u-i-l-o".
Mas eu te ofereço - como prova prosáica de sarcasmo - esse trecho:
"Ele havia dado todo seu amor e em troca recebeu o tempo. Tempo de dizer adeus, pois a reviravolta é constante e vai do início até o fim sem pensar no seu bebê. Você pode até trazer a esperança, mas as palavras já estão perdidas num espaço tridimensional".
"Fato é que era muita coisa 'jogada fora'. Muita coisa que me incomodava. Gente que tolerava as palavras erroneas de outrém, gente besta que tentava um anacronismo pra tentar ser aquela cujas palavras vinham da profundidade de sua alma dilacerada. Aquilo me incomodava. Incomodava, sim!"
Jucksch, Márcio.
-Mas é preciso. Aprenda-me.
-(...) Numa tentativa, frustro-me. Noutra, mal espero por desligar-me, não posso. We do it for run (...)
-Fato é que tu me juras implicância dois minutos antes de nosso dia acabar e, o outro, começar em branco.
-Sério... então... "quando você sabe que o desconhecido existe e aceita-o sem tormento, o que ainda falta é o você para guiar o tu".
-Eu sempre te vi como meu arquétipo, minha imensidão lôbrega, de um inefável momento. De uma idiossincrasia meramente copiada; porém, penso, probo, não é?!
-Eu só penso que te amo. Eu não consigo e nem quero pensar na possibilidade de te demonstrar isso. Eu sei, fica parecendo indiferença... e a cada 'eu te amo' que te digo, tu pensas mais na possibilidade da banalização dos meus sentimentos e, conseqüentemente, na tentativa de querer fazer o mesmo com os teus. Mas isso seria de um cinismo ocasional que eu não acharia graça alguma. Mas eu te amo e pronto, não procuro passar dias construindo o que se acaba em segundos, assim que eu encontro conforto em algo que pode proporcionar o que eu desejo; não me apego em pensamentos fanáticos. Eu te amo nesse exato momento, sinta-se feliz. Em outro, não mais nos amaremos e tu... só irá seguir em frente com uma dor, talvez, gostosa dentro do peito, e as seguintes palavras no pensamento: "eu poderia te dito a-q-u-i-l-o".
Mas eu te ofereço - como prova prosáica de sarcasmo - esse trecho:
"Ele havia dado todo seu amor e em troca recebeu o tempo. Tempo de dizer adeus, pois a reviravolta é constante e vai do início até o fim sem pensar no seu bebê. Você pode até trazer a esperança, mas as palavras já estão perdidas num espaço tridimensional".
"Fato é que era muita coisa 'jogada fora'. Muita coisa que me incomodava. Gente que tolerava as palavras erroneas de outrém, gente besta que tentava um anacronismo pra tentar ser aquela cujas palavras vinham da profundidade de sua alma dilacerada. Aquilo me incomodava. Incomodava, sim!"
Jucksch, Márcio.
