Sonntag, 29. Juni 2008

5 tagträumen

Abre os olhos sedento por conhecer a si mesmo; algo como complexo e crises existênciais, sabe? Abre os olhos, porque da última vez ele fechou (com a certeza de ter se encontrado), mas na sua excêntrica pressa de encontrar a cama ele deixou escapar tudo. As entrelinhas que tanto falava.
Abrindo a porta, um papel de propaganda barata lhe cobriu o rosto, e dizia algo tampouco importante:




"Por favor, não derrames mais teu pranto.
A saudade foi grande, mas já está tudo em seu devido lugar.
Dê-me um abraço e liberte os demônios que te afligem no conforto de meu peito
Aguça os ouvidos para o que estou a dizer:
Eu te amo, amigo.
Guarda estas palavras em tua eternidade;
abre teus olhos, enxuga as pesadas lágrimas e contempla;
quero a tua companhia agora, não posso esperar.
O tempo, a vida e o destino já se encarregaram de nos separar.
Preciso ouvir teu riso, sentir tua felicidade escapar...
pelos poros e pelos vãos entre os dentes.
Ouvir o estalo de teu beijo impulsivo e sincero em minha face,
sentir tuas mãos nas minhas,
me arrastando e encarecidamente dizendo meu nome.
Ouvir o teu correr e ir ao teu encontro, sabendo que estás a chegar.
Entrar em sério conflito com tua opinião,
contestar tuas convicções
ensinando-te a desprezar o próprio orgulho e aprendendo a ceder.
Amo-te mais do que a mim mesmo e quando te afastas,
é uma parte de mim que foge e depois volta como tudo nessa vida"




Há quem diga - relatos do 'povo da rua' - que ao terminar de ler, amassou o papel com o que restava de seu desejo atroz de bondade ensandecida, e riu. Dizendo, o que a mais cínica das leituras labiais compravaram, um delicioso: Foda-se, seu desgraçado! O que? Vai querer mandar no comportamento das pessoas? Nunca conteste os sentimentos de um prolíxo que... ah, deixa pra lá.



Continua


Caminhava, tentando olhar pra frente, não derrubar nada das prateleiras, nem pisar em nenhum pé de mau humorado. Sempre a mesma cautela oculta, neurótica. Procurava, despretensiosamente, qualquer velha novidade mais barata; não encontrava. Sem ser questão de sexo ou cor, aguardava alguém que coubesse no seu sonho, como diria Cazuza; não encontrava. Cansava de ouvir que o amor não se procura, porque assim ele se afasta, cansava de olhar para todos os lados avidamente, buscando um rabo de cavalo idêntico àquele que viu (ou àquele outro que via de segunda a quinta). Não, nada parecido. Convenceu-se, enfim, de que a solidão lhe caía bem e ouvia essa parte da música seguidas vezes. Tentava ler, mas não podia. Não era o que o coração aspirava... não naquelas tardes de terças maçantes e ociosas. Lembrava então do que já tinha passado, porém os fatos não se conformavam em ficar no que não volta mais. Se é assim, fique.



Continue


Tarde da noite, deitava sem pensar, sem querer mais se mover, perdia tempo com a tecnologia pedante de seu tempo. Não podia falar, nem ensurdecer para falácias - como num desejo de contos de fadas. Os livros, de conteúdo retrógrado e não imbecilizantes, remetiam-lhe a um tempo em que talvez ele não se sentisse mal; pelo menos não tanto quanto naquele exato momento. Preferia imaginar - não sonhar, imaginar! Enxergar de olhos abertos um futuro promissor, pródigo, sem solitude acompanhante e presenças indesejadas. Menos intolerante, passivo de elogios verdadeiros, amigos plenos, tudo bem; talvez um pouco infeliz, mas só um pouco. Parava por aí, pois os olhos iam cerrando com o arder e ele mergulhava em si, já que seus verdadeiros sonhos mesclavam-se com a realidade e faziam-no ter a impressão de que não sabia viver.



Continuu


Ele era um moleque, de aparência medíocre, pobre. Atraía recepcionistas de lan house, como uma mulher que as expressões faciais sintetizavam todas as frustrações da vida, ou um cara enorme, cabeludo, talvez metaleiro, porém educado. Era um moleque, resumia-se nisto, sentia-se dentro disto.
"Adivinha... ele não gostou. Não mesmo... talvez no fundo"



Continuei


Havia quem dissesse que ele era moço de negócios excusos. Janelas fechadas, porta trancada, silêncio. Era a única casa que talvez não combinasse com o aspecto familiar daquela rua. Saía poucas vezes, com roupas um tanto parecidas e uma bolsa ou outra - vermelha ou verde. O caminho da ida era o caminho da volta, o cabelo de hoje era o cabelo de amanhã, o tênis de sola baixa também. A mesmice se apoderara até dos menores movimentos e todos sabiam. E esta coisa de todo dia intrigava quem tinha o mesmo mal, ainda que a espécie fosse diferente. Esse moço das mesmas-coisas-diariamente só podia estar escondendo algo. Ninguém é tão parecido assim todo dia, o dia todo. Ele tentava achar algo obscuro quando mais nada tinha a fazer. Pensava, pensava. Algumas vezes descobria que nunca teve nada mais a fazer, pois nunca teve algo para de fato começar. Desejava um amor, mas no instante seguinte não mais; dava trabalho amar. Queria roupas novas, porém no instante seguinte não mais; lembrava que novidades assim nunca lhe proporcionavam verdadeira satisfação. Não tinha um negócio excuso, não era assim. Besteira procurar algo que não existe. É que quando se está sozinho inventa-se companhia, já ouvira alguém dizer certa vez. Se houvesse algo obscuro por ali, era a solidão terna dele.



Continuó


Lembrou-se! Assim, sem mais nem menos, sem mais querer! Todas as paixões platônicas de tempos remotos (ok, não tão remotos), da sua vida - ele não conhecia as dos outros, tudo muito claramente. Ou não?
Bem, aconteceu. As criaturas pareciam anacrônicas e, se não, eram eqüidistantes no tempo. Inexplicáveis. Paixões tórridas aos cinco anos de idade. Ele cresceu e foi ficando pior. A vontade desenvolvia-se junto, não deixando passar nada. Sempre havia alguém de aura encantadora, de imã oculto para o coração dele. Coração? É, não era assim que chamavam aquele em que botavam a culpa? Embora não gostasse de palavras fortes como esta, ele sabia cada denominação. Se não sabia, ao menos sentia exatamente aquilo. Porém, reparou, remetendo sempre à experiência, que um dia tudo acabava. Alguém levava o seu alguém embora (seu alguém?! É, ainda que ninguém soubesse). Alguém mais forte, de poder resoluto em duas mãos invisíveis, um velho carcamano que não ouvia ninguém. Ou uma balzaquiana de vestes sedutoras e atitude estranha. Então ficava só novamente - no âmago. Podia ser dolorido no início, porque a presença alheia é algo que faz diferença. No entanto lá na frente as coisas voltavam a ser como antes. E tinha esperança, esperança...










J, M.

Vá antes que morra


Se você quiser pode bater a porta. Não se importe com minha presença aqui do outro lado. Bata a porta com a força de todos os seus medos, suas angústias, seus crimes. Seja mais covarde que eu, seja mais senil que este que lhe escreve. Obedeça suas vontades inconstantes, aproveite o que elas não têm de bom. Jamais tente compreender o que eu tinha para dizer-lhe, jamais venha dizer-me que se arrependeu. Eu arrependi-me primeiro que você. Não tente agir naturalmente; não está isenta de culpa esta tua índole confusa. Vá dormir antes que lhe mate... antes.

Bruno no seu terceiro dia desesperador de abstinencia, plágio e doses homeopáticas de abstração musical - escreveu isso e pediu que postasse para que seu amor - somewhere in the past - pudesse mandar ao menos uma foto da sua querida gravata.
Janeiro de 1972

Jucksch, Márcio.

Samstag, 21. Juni 2008

Internacionalismo

Sempre. Me matam de rir. Já é hora de gravar? Quarteto. La hoje de coca no es droga. Lose, winner. Risca faca. Pinga fight, pinga fight. Defesa, ativar. Meio... The O.C. Internacionalismo. Ta querendo (...). Aula, aula. Raaaaaaarwww. Bonzinhos, bonzinhos (...). Poser. Terceira aula. Bota a mão no joelho. Aula? Tudo junto, tudo misturado. Crítico, aprensentadora e apresentador. Equipe. Prá-trá-krá.


Jucksch, Márcio.

Montag, 9. Juni 2008

Ma Sophie et ses deux absents


Duas partes distintas dele, com 12 anos de diferença. Duas histórias originadas do mesmo homem. Atribuem a mim, como sua maior herança, a personalidade. E a ele, o pequeno, o físico. Algumas vezes a opinião se inverte. Do que não há dúvida é que somos perpetuações inquestionáveis. Não saberia falar de suas virtudes, mas uma de suas vantagens é poder contar com duas versões em nada falsas para reiterar a sua dignidade. Se eu falar de sua ausência, o pequeno atentará para sua presença lacônica, a qual só compreendi quando nos encontramos frente a frente e vi que era quase um perfeito espelho. Se o pequeno lembrar-se do seu sorriso, por vezes tenso, vou sentar-me com ele e pedir que me conte mais a respeito, porque muito do que enxerguei não foi assim.

Ele gostaria de me delegar responsabilidades, sabendo o porquê delas, mas desconhecendo minha capacidade. Se ele tivesse feito, eu teria acatado para, de alguma forma, passar a aceitá-lo e conhecer a outra metade da minha história. Para o pequeno também deveria ter planos e talvez raciocinasse todos os dias, sempre que pudesse, a respeito de como lhe proporcionar o melhor. E esse era o seu jeito, aliado aos trejeitos práticos e objetivos, logo, ligeiramente tortuoso, de nos afagar.

Ao partir, ele mergulhou-me no período mais intenso, mais sofrido, mais solitário da minha vida até então. Eu poderia não me deixar intimidar ou não conceder-lhe perdão, mas o pivô de nossa separação foi a estupidez humana e uma certeza estranha que sinto, é que estúpido ele nunca foi. Chovia na hora da partida; chovia na hora da confirmação. O céu me ajudava no pranto que me desfalecia. O pequeno olhava tudo de perto, agachado em cima do jazigo azul.

O melhor presente que me deu é baseado na incerteza de sua legitimidade e demorou 20 anos. Delegou-me uma última responsabilidade: o pequeno. Essa me assombra, me pesa, me determina, me desafia. É um espelho com a metade do meu tamanho, trazendo a metade da metade da minha história. Eu lhe reflito aquilo que não viu daquele que partiu e o que ainda está por ver se me acompanhar e pudermos juntar essas histórias.

Hoje começa o 9º mês de ausência e desespero oculto. De força arrancada às pressas do nada, de busca incessante por compreensão, de luto permanente e de surpresas dolorosas.

O pequeno e eu somos duas continuações inesperadas de um mistério personificado. Gostaria que ele voltasse, nos acomodasse em seu colo e nos contasse toda a história até dormirmos, sentindo sua respiração e a paz que só reconhecemos nos braços do pai.

Sophie no 9º mês de uma, talvez, brutalidade indelével


Jucksch, Márcio.

Donnerstag, 5. Juni 2008

Nunca inverno

Quando estivermos estirados sobre os brancos lençóis...
Depois de uma noite completa de realidade...
Gastarei todos os segundos da minha manhã...
Passsando meus dedos perto do teu corpo...
Sem te tocar, tocando o invisível fino e transparente...
Que nos separa dos outros, uma película de nada.

Ivan à sua amada Natasha
1945



Jucksch, Márcio.

Convulsões de barro

Eu pensei que aquilo que era uma viagem que acabaria no seu destino e as mentes insanas que me atordoaram naqueles instantes de observação explícita sairiam de si e não povoariam esse territótio insano que me é. As ondas do retorno. Evidenciei-me de tal forma que não pude fugir nem de mim, nem de ti. Um perverso codinome que embaralhou todas as situações no meio de música, poemas, prosas, imagens. Eu não separo.
As marcas de ontem ficam hoje e as convulsões libertaram o que de mais ontem eu tinha: a ilusão. A manhã nasce e estou de volta nos teus seios. Queria a fuga sem escapatória, diminuindo como pétala de outono que apodrece padecendo sob o vento.
não sei como pude, sei como sou. Saíram do meu ventre e assoaram seus narizes. Sozinhos.

Marta
Verão inglês


Jucksch, Márcio.

Ninguém chama por mim

Durmo abraçado na fronha para não sentir o pesadelo e revejo todas as bolhas de ar dentro daquele copo d'água transparente borbulharem frenéticamente. Estou estoteante. Perdi as estrelas que guardava perto da saliva e babo todas as minhas forças para agarrar o travesseiro que escorre pelas minhas pernas.

ninguém
chama
por mim.

Sophie
1913


Jucksch, Márcio.

This place is so tight.

Este lugar é tão apertado. E quando me mexo é como se os pedaços do meu corpo se retorcecem todos e realmente se torcem, já que para tirar um tatu do nariz tenho que fazer malabarismos muito próximos de um acrobata delirante - e tem dias aqui que me fazem morrer. Estou sozinho, mas não vou sem destino. Quero mesmo é esperar pra devorar o que vier pela frente e comer todo suspiro que for possível de afagar e vomitar. Meus dedos estão frios e quando escrevo ouço os que diziam, e aqueles que nem conheço.
Será que sou um presente? Chegarei a provocar uma catarse? Texto ambulante que se desenrola. Os gatos brincam comigo como se eu fosse um carretél. Vai e volta na procura da mãe. Um mílimetro de espaço retangular e frouxo - se tentasse abriria uma brecha enorme por onde poderia escapar. Fico aqui. Fico aqui, pois sei que de todos os poréns a todavia é entretanto a minha mensagem e se me amassam é porque não me sabem.
Um moinho de história que liberta os flagelados borboléticos de um lugar bem frio e cavernoso e quando esses azuis que são tão verdes saírem de dentro desse recipiente levantarei-me uma bandeira e direi:

-Paz não é mais.

O que há por fora? Estou dentro e não consigo chegar longe do remetente. Dois dedos ásperos me sobrevoam, há uma abertura! Essa mão grande e enorme me tirando daqui: decifra-me ou te devoro. O CEP está no verso "por favor, enviar resposta". Não consigo mais enlouquecer preso dentro da loucura. Acabaram de me ler e fiquei guardado na estante. Ao meu lado: Barthes, Rosseu. Lá no canto Clarice e os desgrenhados apaixonantes. Um selo, por favor. Meu destino é alçar vôo.

Sverson e um suposto e agradável telefone de Catarine
05.06.1981



Jucksch, Márcio.

Dienstag, 3. Juni 2008

In your placebo

Então deixou segurar-lhe a mão;
Macia, levemente gélida, delicada...
Olhos doces, felizes, alertas. O toque suave de seu rosto...
O abraço simplório como um alívio no meio do temporal...
Parar no tempo para uma caminhada mágica e quase secreta...

Então deixou segurar-lhe a mão,
Pois estava frio; estava estranho. Havia algo no ar...
O amor lacônico e bege...
Perceber o quanto se faz feliz e ouvir seus gestos gritando por entendimento...
Palavras perdidas em declarações subliminares, sorrisos nervosos...

Então deixou segurar-lhe a mão;
A terra molhada era mórbida e assustava...
Surgiram vazios no calor da conversa...
O vinil no lugar errado...
O som censurado...

Então deixou segurar-lhe a mão:
Acordara de um sonho incapaz.

Katryn
Sorrindo olhando a vontade pareada de Lana - Verão de 1987




Jucksch, Márcio.

Montag, 2. Juni 2008

Alipístico

Cresci ouvindo que minha avó paterna era uma víbora, que meu pai era um canalha, que meu tio era o mais simpático, que minha tia já falecida era boa pessoa, no entanto jamais ouvi algo sobre o patriarca. Corcunda, ranzinza, banguela, cabelos brancos, chapéu, alpercatas, camisa de linho; se era assim ou não, jamais soube por outras pessoas. Descobria ao chegar na sua casa, mas nas férias seguintes lembrava-me que já havia esquecido tudo e precisava observar de novo. Seu Alípio, tio Alípio, vô Alípio, sempre assim.
Alípio dos olhos azuis, ralos cabelos brancos, bengala, forte, sorriso constante, boné de modelo antigo. Gracioso, piadista, voz grave enrouquecida pelo tempo, chinelo e sono, muito sono. Do andar de baixo pra rede, da rede pro almoço, do almoço pra se perder nos braços de Morpheu. Não lhe ouvi roncar, nem reclamar de nada. Aprecia bacaba, a casa da Tatá, os sobrinhos que velho já vão ficando, os poucos netos e viajar.
Abraçava-me me chamando de Thiago. Eu explicava, sempre, sem exaustão, que era filho do Amaury e não do Aurimar. Ele entendia, mas nas férias seguintes confundia-se novamente. Sempre soube minha idade melhor que meu pai, único que faz-me rir do casarão velho do Juruna.
Quando morrer, provavelmente saberei só um tempo depois. Talvez não chore, apenas sinta sua ausência sutil e peculiar.
Parece que descobri um pouco tarde que sou neto de Alípio.

Thiago, na melancolia periódica após o sono da tarde
09.04.2002 - 08:12h



Jucksch, Márcio.

Sonntag, 1. Juni 2008

Só por travessura


Bebo por travessura. Bebo e vomito em minha cama. Bebo e prometo nunca mais ser assim. Bebo demais. Posso até tentar agredir quem me machuca e não me ama, mas o que quero mesmo é estar pronto pra outra.

No dia seguinte sempre é feriado. Ensolarado, preguiçoso e faminto. Assisto o filme da garota que fica grávida, enquanto a outra cuida das unhas e a pipoca não presta. A pipoca nunca presta. Volto com receio da misericórdia divina, da audácia do ladrão e dos desejos de quem em minha frente está.

Assim que me sento, desfruto dos 5 minutos diários guardados para o constrangimento. De tudo, de ontém, dos meus desamores. O isolamento é pudico e besta. Por estar sozinho só me resta companhia buscar e encontrar a si mesmo faz parte do caminho.

Ganho a rua, ganho a brisa. Encontro, converso e bebo. Eles não me pertencem e me apetecem. Eu seria de todos. Quartos escuros me dão noção do universo do qual faço parte; o mundo se amplia e me engole. Só até a luz do celular aparecer.

Saímos, voltamos pra sarjeta e pra vala. Eles querem o resto de noite pálida e fria. Eu carrego o coração na mão direita. O sol vai baforando sinais de vida e nós entramos no carro. Seguimos brincando e correndo. Sempre.

Amanheceu. Preciso sonhar, preciso voltar pra vida verdadeira que está além do consciente tolo. Lá onde passeio e converso com ele, onde ele sorri, de onde ele observa minhas viagens errantes e pra onde clamo por amparo.

Só por travessura.

Julian - na Escandinavia com Sasha - 01.06.1996


Jucksch, Márcio.