Durmo abraçado na fronha para não sentir o pesadelo e revejo todas as bolhas de ar dentro daquele copo d'água transparente borbulharem frenéticamente. Estou estoteante. Perdi as estrelas que guardava perto da saliva e babo todas as minhas forças para agarrar o travesseiro que escorre pelas minhas pernas.
ninguém
chama
por mim.
Sophie
1913
Jucksch, Márcio.
1 Kommentar:
eu gosto dos devaneios de sophie. pena que ela, apesar do olhar que, em suma, dz tudo e sua total perpetuação, por dentro ela seja uma pessoa destruída por uma diversidade de injustiças necessárias.
p.s.: o outro dela é mais marcente, né?
até!
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