Então deixou segurar-lhe a mão;
Macia, levemente gélida, delicada...
Olhos doces, felizes, alertas. O toque suave de seu rosto...
O abraço simplório como um alívio no meio do temporal...
Parar no tempo para uma caminhada mágica e quase secreta...
Então deixou segurar-lhe a mão,
Pois estava frio; estava estranho. Havia algo no ar...
O amor lacônico e bege...
Perceber o quanto se faz feliz e ouvir seus gestos gritando por entendimento...
Palavras perdidas em declarações subliminares, sorrisos nervosos...
Então deixou segurar-lhe a mão;
A terra molhada era mórbida e assustava...
Surgiram vazios no calor da conversa...
O vinil no lugar errado...
O som censurado...
Então deixou segurar-lhe a mão:
Acordara de um sonho incapaz.
Katryn
Sorrindo olhando a vontade pareada de Lana - Verão de 1987
Jucksch, Márcio.
2 Kommentare:
Surgiram vazios no calor da conversa...
O vinil no lugar errado...
O som censurado...
'
uhhhh
*;
não quis postar comentário nos outros, marxenhu.
eu queria ter tua sensibilidade, sua habilidade peculiar com as palavras. é válido ler suas indiossicrasias sem esforço algum...
"então deixou segurar-lhe a mão..."
só uma coisa: que foda!
te amo tanto! vou pra alemanha, now!
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