Donnerstag, 31. Januar 2008

Mehrere gesichter


Tu é algo assim, grande. Desafia qualquer um, e até qualquer outro.
Tu é algo permanente. Inerente até que se diga o contrário; tu é algo válido no exato momento presente.
Tu é sempre atenta, tu não se chateia. Tu é sempre voraz, acalma o teu próximo com a coragem sem igual. Tu é simples. Tu é pouco facilmente agradável.
Tu parece aquele de cueca, mas não é. Tu é existente e inexistente. Tu nem sofre como o comum. Tu nem ri parcelado ou mesmo pouco. Tu é viva quando quer, e quando não quer também. Tu compra. Tu perde. Tu ganha. Tu esquece. Sempre!
Tu foi, mas fica. Tu não olha e mesmo assim vê. Tu lê aquilo que não te importa. Tu nem responde perguntas frustradas; tu nem sabe ler quando necessário. Ainda assim ri.
Tu gosta de fazer acontecer, tu gosta de fazer crescer, alguém crescer. Tu nunca gosta do castelo pronto, prefere esmagado. Vai embora sem se importar.
Tu é assim. Tu é minha. Tu é tua.


Jucksch, Márcio.

Sehen sie für diese seite.


Pensa assim:
-Nós poderiamos estar mortos. Mas só ficamos presos a um mundo de impressões, né?


Jucksch, Márcio.

Dienstag, 29. Januar 2008

Unverhältnismäßige wachstum


Acho que até hoje, só entendo eu ter crescido por dentro, amadurecido - sentimentalmente falando.
É complicado, pra mim, aceitar a idéia que eu não estou preparado para enfrentar o mundo como ele é: sujo. Não que isso seja o problema real; outras coisas sustentam a hipótese de eu me frustrar permanentemente.
O fato de fisicamente estar passando pela fase adulta, mas estar num "dilema etário" me abala de uma forma sutíl e perigosa. Sempre, em mente, tento e consigo o "equilíbrio cotidiano". É quase como estar se drogando para evitar um tipo de patologia congênita; ter a vida pré-escrita na tarja preta (...).
Eu tenho que crescer no sentido maior e comum. Eu tenho que praticar o desapego. Eu tenho que deixar família/sociais de "escanteio".


Jucksch, Márcio.

Équilibre parfait


Frase simples, que marcou um desses meus dias, olhado para o céu, lembrando da Jaca e da Ericaxenha:

-"Queria ser sempre assim, apto a fazer o suficiente por mim mesmo".

Jucksch, Márcio.

Sonntag, 27. Januar 2008

Aimer et de l'apprentissage


Estou voltando a ativa. Depois penso em algo melhor pra fazer. Estou precisando de um palpite aqui, outro ali. Tenho plena certeza que muitas pessoas me ajudarão.

Andrey:
-A coisa mais comum do mundo é confundir convivência com amizade.
-(?)


Jucksch, Márcio.

Michael


Eu sofro de 'mimfobia'.
Tenho medo de mim mesmo.
Mas me enfrento todo dia.

Apreciando a tempestade, pensava:
"Ele não estava de olho em nenhuma menina em particular e, de qualquer jeito, elas só tendiam a criar problemas para ele. Talvez ele ficasse melhor sozinho mesmo. Até parece que ele, algum dia, ficou sozinho por mais de trinta segundos".


Jucksch, Márcio.

Miss doubt 2 (nothing else dies)


Todo dia eu agradeço por estar ao lado de uma pessoa tão perfeita, e rezo para que nada te tire de mim - porque eu não consigo imaginar nós dois separados, meu amor. Eu prefiro nem pensar nisso, sabe? Dói demais só de imaginar. Eu só quero ficar ao seu lado, meu guri; hoje, amanhã e quem sabe para sempre. E eu juro, é só isso que eu quero, ficar contigo sempre. Nada mais que isso. Eu sei que o nosso amor é perfeito, e com certeza é eterno; e não há nada, ninguém e nenhuma briga que possa mudar isso.
Eu te amo, zip! Mais do que tu e muita gente possam imaginar!


Jucksch, Márcio.

Miss doubt (A letter of paths)


Sábado entediante e eu aqui sem ter o que fazer, escutando I don't want to miss a thing e morrendo de saudades do meu guri. Cara, eu sou péssimo com palavras, mas queria poder escrever aqueles textos gigantes, com todas aquelas declarações lindas... mas abafa, eu sou péssimo!
Zip, meu amorzinho, eu queria poder demonstrar mais o tamanho do meu amor por ti; mas é impossível, não existem palavras que descrevam um amor tão surreal assim. É, surreal mesmo, porque nem eu consigo acreditar, nem consigo entender como eu posso amar tanto alguém. Eu queria agradecer por tu me fazer tão feliz, me fazer tão bem assim e fazer cada dia aqui ser mais perfeito que o outro. Porque tu és a minha motivação, minha razão de estar nesse fake até hoje. Sempre foi, né, amor? desde a época dos melhores amigos inseparáveis até namorados grudentos. ;p

[Continua]


Jucksch, Márcio.

Mittwoch, 23. Januar 2008

É certo que


Com a proximidade de uma dúvida, um tipo de pensamento subversivo pode ser interpretado como a idéia mais próspera de um seguimento nem tão linear e, sim, aleatório de sensações vagarosas de qualquer mudança biológica decorrente.


Jucksch, Márcio.

O (quase) animal


Estou com um leve sentimento de perda. Isso me deixa confuso. As coisas estão realmente mudadas, o tempo passa deixando lembranças por pouco quase esquecidas...
A única coisa a ser concluida é: me sinto como um animal não catalogado por Darwin - logo, negligenciado.
É como se estivesse faltando duas peças gemêas do quebra-cabeça.


Jucksch, Márcio.

Dienstag, 22. Januar 2008

Jaiana: uma saída, uma trepada. Ela sabe o caminho até o quilombo do amor


Conhece João e Maria? Pois é, estamos longe disso. Melhor, a nossa história está longe de ser tão tosca; mas só Deus sabe o que o mundo pensa.
Na verdade, eu só queria ter uma frutinha, algo que me levasse até os tesouros do céu, entende? Um dia - bem estranho, por sinal - consegui a cobinação para ter minha própria fruta mais foda; ela é do tipo simples que todos conhecem, mas poucos podem usurfruir. Claro, é bastante acessível. Nem precisou plantar, ela nasceu dentro de poucos segundos em uma folha rabiscada e foi espalhada (semeada) em poucos minutos.
Acredite, o tesouro não estava no céu; estava em todos os lugares, ali mesmo no meu lado. Sempre sorrindo, gargalhando!
Ela é do tipo, como já mencionado, que te pega pela mão, cintura, cabeça e pode até dizer frases do tipo: "qualé, brow?!" ou "cala-te boca!". É muito massa! Eu amo, juro! Ela está sendo regada a distância, adivinha com o que? Isso: amor.
A saudade é muita, de fato. Mas apartir do momento que você deixa a saudade te entender, tudo parece mais leve; agora é assim, um misto de sentimentos que se comparam a um abismo, te deixam sem chão e talvez com muita raiva. Com um pouco mais de atenção você entende que coisas ruins são poucas, mas por seu grande impacto torna-se a coisa mais estranha e tem facildade em esconder tudo de bom que está em volta.
Um dia, talvez, eu volte a encontrar minha jaca, aquela fruta que surgiu do nada, surgiu por surgir. Fez tanto sentido. Aí eu vou sorrir e dizer: nossa, quanto tempo. Ou apenas abraça-la.
Por ter sonhado tanto com um dia ter minha fruta, minha árvore e ela me levar à um castelo inexistente em alguma parte do céu, pode ser que aconteça. Ela vai estar tão feliz e vai me levar para morar em seu castelo ecológicamente correto. E ela também não é do tipo que aceita sustentar o "sujeito vagabundo". Nessas horas ela pensa ou diz: Nem morta!


Jucksch, Márcio.

Montag, 21. Januar 2008

Sad


E depois de toda divagação sentimental a que se prestaram, ali, sentados um ao lado do outro, ele só olha e diz:

-Ele: e eu que pensava que dedicar um bom sentimento à alguém, amando sempre mais e mais, sem ser amado, não valia nada: me enganei. De quem é o sofrimento, o erro? Do ser que sempre dispõe de todo seu amor e está sempre disposto a amar ou do pobre ser que não se permite tal graça, sensibilidade?

E após o discurso:

-Ela: cretino! Sempre suplicando atenção por algo que ele mesmo insiste em deixar ser pisado por todos no chão. Teimando em vão nas suas suplicas surdas.


Jucksch, Márcio.

Há três séculos


Há três séculos e meio atrás ele até poderia pensar que podia confiar em algum Deus inventado e existente apenas em um livro mofento. Era ilusão, não mentira.
Gostava de acreditar em histórias incríveis. Pensar que algo fora do normal ia acontecer, sempre o chamou atenção.
Há três séculos e meio atrás sonhava, semana passada, que faria algo melhor na vida. Não era ilusão, passava a ser planos.
Gostava de imaginar situações variadas e o que acontecia de melhor nelas. Fazer o que quisesse, sempre se dando bem, sem inventar pessoas, mas apenas fazendo com que elas seguissem "seu" roteiro, é gratificante.
Há três séculos atrás queria, ontém, saber sempre do amanhã; queria, fora do íntimo, deixar de tropeçar na pedra sem deixar de ver o que era pra ser visto. Não era egoísmo, era vontade.
Gostava apenas por gostar. Ter noção do "tudo" seria tudo.
Há três séculos, hoje, não pensava, não sonhava, não queria. Parecia estar além de seu - até aquele momento - seu pouco limite. Deitava e olhava longe.
Nada sabia. Nada fazia. Nada por nada.
Há três séculos, amanhã, queria apenas tudo de volta: pensamentos, sonhos, desejos. Tinha planos, queria realizá-los. Tinha vontades, pretendia satisfazê-las. Tinha tudo, só queria tentar. Começo!


Jucksch, Márcio.

Samstag, 19. Januar 2008

Era uma vez...


Um coração que bateu mais forte por um simples olhar.
Ele estava carente de fortes emoções. Seu dono sempre fora o mais bravo dos guerreiros; ele, o coração, seu fiel companheiro e escudeiro. Não é porque um dependia do outro, mas eles sempre fizeram uma ótima dupla.
O único problema: eles já haviam se acostumado com a rotina. Há tempos o nobre guerreiro - aquele que o carregava por todos os lugares e dividia as variadas emções - foi cansando. O coração sempre ali batendo. Mas eram batidas comuns, não fracas. Eram batidas tediosas!
Mas um dia, desses que o altismo se faz uma máscara tentadora a ser usada, ambos encontram o mais nobre dos olhares. O coração saltava. Sentia-se, em alguns momentos, próximo a boca; fazia de tudo pra que seu parceiro reconhecesse a mais fededigna das sensações românticas impreencendíveis num momento como aquele. Pensava em algo: all I need is time, is love!
Era óbvio, todos estavam a mercê da ramificação generalizada de algo bom, leve, terno... com certeza era mais que amor.
Lembravam sempre: apatia e sutíl segurança podem gerar desdém (não que precisamos saber do que eles estão falando).



Jucksch, Márcio.

Donnerstag, 17. Januar 2008

Apatia in tedium


Ser leal quando necessário. Entenda, o que importa é nada mais que sua positividade, sua alegria, seu bem-estar, sua fartura, sua dignidade. Eu sempre procurei aprender com seus erros; tudo é muito rápido para que eu aprenda apenas com minhas decisões. A inocência sempre me encantou em apenas um aspecto da vida: a lástima!

Jucksch, Márcio.

Mittwoch, 16. Januar 2008

Pirate loves you... trust it!


Ele é assim... maligno! Gosta de amar, ser amado, buscar amor, vender amor. Mas no final sempre vai embora. Mata. Esmaga! É passível de intenções cordiais. Gosta de bancar o romantico na travessia menos profunda do incógnito. Preserva partes pouco mentirosas para subjulga-la no fundo de seu (e)consciente. Fatura organismos básicos. Melhoras na parte de suas pecualiridades. Gostava de ser aquele "mau" dos tempos passados. Roubos monocromáticos de subversão comutativa. Ele ia embora, sim. Não importa, ele já tinha amado mesmo. E partia em busca de seu mais próximo e inconsolável horizonte...


Jucksch, Márcio.

Dienstag, 15. Januar 2008

Guxando


Cena 1: A primeiridade do pavor

-Surdo:
O quanto eu pedi, pedi e pedi. Se não fosse por me mostrar o imbecíl que teimo ser, não havia de ganhar nada.

-Mudo:
Hora pos! Reclamas tanto. Quem dera se ao menos um de teus trapos eu tivesse. Me aprofundo na vontade ingnorante de ser teu resto.

-Surdo:
Não entendo. Pretendes ser algo mais que isso. O que te falta é algo que chamamos de contentamento. Tu nunca estás contente. Essa tua soberba te apodrece.

-Mudo:
Eu começo a sentir que é isso mesmo. O que seria de mim sem tuas palavras reconfortantes? Isso mesmo: nada.

Cena 2: O crescimento além da forma

-Surdo:
Eu sempre me considerei livre de qualquer preconceito. O que me condiciona a um estado de "crítica"; ser supremo sempre me convém. O minimalismo está na cabeça do próximo.

-Mudo:
Falar de mim é fácil. Falar de você é necessidade. Falar do mundo é falta de destreza. Somos mais que a definição sentencial de cabeças a esmo.

-Surdo:
Palavras bonitas, mas tenho que dizer: nunca tens razão em nada. Você fala do comportamento social, como se estivesse a bater uma bronha reprimida no banheiro olhando figuras disformes.

-Mudo:
Faz sentido. O orgasmo elevado à outros níveis. Sou inteiramente desproporcional ao magnanismo semiótico de tuas decisões. O mais próximo disso, só se eu me preocupasse a pensar mais com a cabeça do que com a boca.

Cena 3: Quase como um "pós-trauma"

-Surdo:
Quer tabaco? Tenho uma confissão a fazer: odeio, odeio, odeio! Tu nunca levas em consideração minha inteligência imprevisivel. Só te esforças na pouca criatividade para segregar o que nos cabe decisões secundárias; melhor, o que te apaga. Sou pobre de auxílio.

-Mudo:
Tabaco? Mais tarde. Talvez ainda por tentar uma reprimida bronha. Sempre te apoio, sempre te elevo. Mas tu só escutas o que não nos vale nada ou aquilo que pode, em menor escala, me denegrir. Um amigo nada mais justo!

-Surdo:
Me condenar por pouco é sempre mais prático. Agora tente algo menos inerente. Ações corruptas, falta de caráter. Sem culpas, sem concepções. Conjecturas pra que? O máximo que consegue é dor. Golpe aleatório; cinismo, entende? Você tem chances de se tornar algo importante pra mim. Preocupante!

-Mudo:
Ainda insisto na idéia que eu amo você. Você é pós e contra. Você se faz em alma. Eu sou o corpo, tenho limites. Você transcende o que jamais sonhei. Segura minha mão.

Jucksch, Márcio.

Tu


Consegues imaginar, em algum momento, que Deus pode tirar o que tens, mas que desejas a toda hora?
(...) Mas é assim mesmo. Quando uma porta se fecha, se abre uma janela (...).

Eu também pensei que sempre foi mais interessante abrir a geladeira pra pensar e guxar.


Jucksch, Márcio.

Freitag, 11. Januar 2008

Chatiação


É incrível como as pessoas condenam a violência e as guerras, e em menor escala, nas suas vidas, buscam os mesmos antagonismos inconscientemente.

P.S.: É, que isso, hoje, me irritou de forma profunda. Talvez por eu estar passando por mais provas de maturidade. Talvez por minha paixão política estar interferindo no cerne que concerne a praticidade do meu dia-a-dia.


Jucksch, Márcio.

Dienstag, 8. Januar 2008

Gosto


É verdade, o mundo gira em volta...
Mas em volta de que? Você quem tem que me responder. Esse é um daqueles momentos diversos em que subjulgamos o todo com um tipo de conhecimento devasso.
Você já tentou sentir o gosto da verdade? É amargo. Te arrepia. Dói. Você prova e odeia o resto da vida. Mas pra paracer legal se faz o "tal", gosta de manipular todos através do bom (tolo) senso; um ângulo propriamente dito.
No inicio, comigo, foi animador. Aos poucos - porém não "intimista" - senti que dava um passo para frente e três para trás; é como se você tivesse o lápis e o papel nas mãos, mas, quando tentasse escrever, nada saía; como se seus pensamentos na forma de palavras deixassem de existir, voassem longe. Ilegível.
É quase como as palavras do autor, neste instante, porque em outro... serão outras.
E assim se fez pó.

Jucksch, Márcio.