
Acho que até hoje, só entendo eu ter crescido por dentro, amadurecido - sentimentalmente falando.
É complicado, pra mim, aceitar a idéia que eu não estou preparado para enfrentar o mundo como ele é: sujo. Não que isso seja o problema real; outras coisas sustentam a hipótese de eu me frustrar permanentemente.
O fato de fisicamente estar passando pela fase adulta, mas estar num "dilema etário" me abala de uma forma sutíl e perigosa. Sempre, em mente, tento e consigo o "equilíbrio cotidiano". É quase como estar se drogando para evitar um tipo de patologia congênita; ter a vida pré-escrita na tarja preta (...).
Eu tenho que crescer no sentido maior e comum. Eu tenho que praticar o desapego. Eu tenho que deixar família/sociais de "escanteio".
Jucksch, Márcio.
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