Samstag, 19. Januar 2008

Era uma vez...


Um coração que bateu mais forte por um simples olhar.
Ele estava carente de fortes emoções. Seu dono sempre fora o mais bravo dos guerreiros; ele, o coração, seu fiel companheiro e escudeiro. Não é porque um dependia do outro, mas eles sempre fizeram uma ótima dupla.
O único problema: eles já haviam se acostumado com a rotina. Há tempos o nobre guerreiro - aquele que o carregava por todos os lugares e dividia as variadas emções - foi cansando. O coração sempre ali batendo. Mas eram batidas comuns, não fracas. Eram batidas tediosas!
Mas um dia, desses que o altismo se faz uma máscara tentadora a ser usada, ambos encontram o mais nobre dos olhares. O coração saltava. Sentia-se, em alguns momentos, próximo a boca; fazia de tudo pra que seu parceiro reconhecesse a mais fededigna das sensações românticas impreencendíveis num momento como aquele. Pensava em algo: all I need is time, is love!
Era óbvio, todos estavam a mercê da ramificação generalizada de algo bom, leve, terno... com certeza era mais que amor.
Lembravam sempre: apatia e sutíl segurança podem gerar desdém (não que precisamos saber do que eles estão falando).



Jucksch, Márcio.

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