
Conhece João e Maria? Pois é, estamos longe disso. Melhor, a nossa história está longe de ser tão tosca; mas só Deus sabe o que o mundo pensa.
Na verdade, eu só queria ter uma frutinha, algo que me levasse até os tesouros do céu, entende? Um dia - bem estranho, por sinal - consegui a cobinação para ter minha própria fruta mais foda; ela é do tipo simples que todos conhecem, mas poucos podem usurfruir. Claro, é bastante acessível. Nem precisou plantar, ela nasceu dentro de poucos segundos em uma folha rabiscada e foi espalhada (semeada) em poucos minutos.
Acredite, o tesouro não estava no céu; estava em todos os lugares, ali mesmo no meu lado. Sempre sorrindo, gargalhando!
Ela é do tipo, como já mencionado, que te pega pela mão, cintura, cabeça e pode até dizer frases do tipo: "qualé, brow?!" ou "cala-te boca!". É muito massa! Eu amo, juro! Ela está sendo regada a distância, adivinha com o que? Isso: amor.
A saudade é muita, de fato. Mas apartir do momento que você deixa a saudade te entender, tudo parece mais leve; agora é assim, um misto de sentimentos que se comparam a um abismo, te deixam sem chão e talvez com muita raiva. Com um pouco mais de atenção você entende que coisas ruins são poucas, mas por seu grande impacto torna-se a coisa mais estranha e tem facildade em esconder tudo de bom que está em volta.
Um dia, talvez, eu volte a encontrar minha jaca, aquela fruta que surgiu do nada, surgiu por surgir. Fez tanto sentido. Aí eu vou sorrir e dizer: nossa, quanto tempo. Ou apenas abraça-la.
Por ter sonhado tanto com um dia ter minha fruta, minha árvore e ela me levar à um castelo inexistente em alguma parte do céu, pode ser que aconteça. Ela vai estar tão feliz e vai me levar para morar em seu castelo ecológicamente correto. E ela também não é do tipo que aceita sustentar o "sujeito vagabundo". Nessas horas ela pensa ou diz: Nem morta!
Jucksch, Márcio.
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