Ainda não lembrei o nome.
Deve ser o inconsciente.
No fim de tudo, uma boa valvula de escape é o Lego. Sempre tive muitos baldes de lego.
Onde montava robôs quadrados, suas cidades quadradas e suas vidas quadradas.
Meus pobres robôs não tinham muito o que fazer em suas vidas tediosas, a não ser se apaixonar pelos seus inimigos.
Sempre terminava a história com o protagonista desmontado em pedaços.
O vilão violava a esposa do herói.
Transformava os filhos do herói em escravos.
Dilacerava a paz do seu reino.
No fim da história, todos morriam num terremoto.
Vivia imundo de ficar deitado no chão, brincando com lego.
Lego é melhor que qualquer companhia. Dá pra montar e desmontar quando quiser.
Jucksch, Márcio.
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