
A questão não é afogar-se; a questão é: Eu pular na piscina e espalhar água pelas partes virgens.
A questão não é colocar a arma na boca ou na cabeça; a questão é: Tu achar balas suficientes para matar teus pensamentos à sangue frio.
A questão não é partir com a dúvida de não ter feito um singelo pacto de amizade; a questão é: Ele enteder que saudade não é olhar pra tras fazendo com que o coração bata os limites de velocidade, que o adeus não é igualável ao infinito e que existe uma estrada maior que a razão.
A questão não é dormir com o peso na consciência; a questão é: Nós e nossa consciência, suportaremos o peso adiquirido por ter a vontade e obrigação de viver aquilo que dizem ser "efêmero"?
A questão não é simular uma desilusão pouco prática; a questão é: Vós sabes que, por mais volúvel e neurótico que pareça, a miragem e o fundo do poço são tão aconchegantes quanto os braços da mãe em dias de crise do eu-lírico de meia-idade.
A questão não é pensar que tudo acaba a sete palmos abaixo ou acima do ego; a questão é: Eles não cavarem a cova mais fundo do que lhes convém e, sim, apertarem as mãos; sendo que nesse meio tempo podem descobrir que o amor não seja uma matemática tão complexa e surge quando realmente menos esperamos, assim, naquele parquinho de aspecto tão infantil, quando alguém lhe pergunta as horas ou, simplesmente, se vai pegar o mesmo ônibus.
A questão em questão seja (talvez) eu apenas ir dormir e dizer: boa noite, amigos!
Jucksch, Márcio.
1 Kommentar:
mas a questão é que bonito mostrar que o complexo mesmo que as pessoas não entendam é feito de simples forma de simplicidde.
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