Donnerstag, 30. August 2007

Neu


E quando todo processo a que estou destinado a passar, concluir-se... Eu sentirei saudade de tudo.
É engraçado quando estamos eminentes a fazer algo, tudo tornar-se novo. É estranho olhar para algo que você passou, no mínimo, milhares de vezes e aquilo parecer, também, ter mudado milhares de vezes.
A vontade é de sair correndo por lugares, agora, desconhecidos; a vontade é de falar, beijar, rir, gritar e sonhar com as pessoas que mais conviveu nos ultimos dias. A sensação é de estar com uma bomba na mão, na qual, a qualquer momento, obviamente, explodirá. Algo que nos faz aproveitar mais o que pensávamos ja ter sido aproveitado. A mente vai a toda velocidade tentando processar o que faremos primeiro. Dor!
Há também o reconhecimento que tudo chegou ao nível do cumulo, tais como: força, velocidade, tempo, espaço (...).
Eu sinto vontade de rir muito. Mas penso também que rir muito me custa tempo, e tempo é dinheiro. Tudo tornou-se importante; até os momentos tristes são importantes. Tudo tem que ser mais que aproveitado, eu já disse.
Essa sensação é cretina. Serve para mostrar que por mais que certas vezes pareça surreal... Nós somos seres humanos! Ela existe só no momento em que algo diferente acontece em nossa vida. Depois que esse diferente passa a ser cotidiano, tudo é esquecido; nos encontramos outra vez na situação de fazer o que, naquele momento, requer mais atenção: trabalho, estudo, contas a pagar, etc.
Só nos resta mais força para agüentar essa "leva" quando este, que por enquanto é novo, virar o antigo e dar espaço a outro.


Eu me amo. Fiz escolhas as quais posso quebrar a cara de uma maneira que nem o misticismo pode modificar. Mas sou assim, adoro enfrentar o algoz; sempre me dei ao luxo de ter o melhor e ser o melhor. Jamais aceitei a condição de ser fraco!
Eu tenho fé.
É a velha história: Posso ter nascido na fazenda, mas não me criei no pasto.


Jucksch, Márcio.

2 Kommentare:

Anonym hat gesagt…

tocou daquela vez como se fosse a última
calou sua qualquer como se fosse a vítima
E cada texto seu como se fosse o máximo
E atravessou o mundo com seu passo crítico

Jess hat gesagt…

é aquela coisa... o êxtase do poeta não é quando ele termina a parida, nem quando elucida a luz, é justamente quando ele corta o branco do papel. a saudade.. é de quando a tinta pinga.