
"Adorei a nossa idéia de catar coisas (...) me lembra Pasolini que das mínimas coisas faz ou diz o global (...) creio que as pedras, o pouco como o resto que catamos nas ruas de Paris para fazer algo, é a expressão exata do terceiro mundo. Não a pobreza demagógica e panfletária, rídicula, mas, como uma criança que vê tudo pela primeira vez e é essencial para a descoberta do "senso", sentir e crer na existência dos sentidos; a procura no imediato que é o momento...".
Je liebe you, Zuda e Jaca - Meo, eu sou muito poliglota!
:)
Jucksch, Márcio.
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