Às vezes é preciso acreditar no impossível.
Às vezes é preciso fazê-lo.
O medo diante do absurdo, o desconhecido óbvio, um simples desejo.
Seguir na rua um estranho e nunca lhe perder de vista.
Uma avenida lotada, com tráfego caótico, um encontro de amigos, sem nunca perder de vista.
Alguém revela o pranto, caindo na calçada, em desespero, sem consolo.
Seu estranho observa; você também. Ninguém pára.
Só quem está desfalecido e você, que tem a impressão de já ter visto aquilo.
Falta pouco tempo e está quase chovendo.
O estranho tem pressa e você quase o perde. Uma caneta dele cai e você se abaixa para pegar, mas quando levanta...ele já se foi.
Jucksch, Márcio.
1 Kommentar:
Márcio! Meu guri! Nããããão!
Como tu consegues escrever coisas tão lindas?! Não, sério! A gente lê e sente a toda emoção! Tu escreves realmente oq ue estás sentido, eu sei disso - apesar que tu não é muito fã do escrever e, muitas vezes, diz escrever por escrever.
Guri, eu chamo até a mamãe pra ler o que tu escrever. Seja qual texto for! Ela adora todos! Todos!
Lindo! Lindo! Lindo!
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