Estive pensando e acho que me apaixono assim: pego um fragmento de gente e faço dele um todo apaixonante. É de idealizar; e nisso não vejo problema, que gosto de idéias. Enxergo num alguém um conceito: de liberdade, carinho, coragem ou desprendimento. O conceito apaixona. É cobiça, desejo, qualquer coisa que prende e que guarda. Num dia ou no outro aparece e dispara seja lá o que estivesse trancado e aí pronto. O conceito faz pular um muro, quebrar a cara, superar distâncias. Ele chama chama chama e então se esvai com a proximidade, de perto todo mundo é vitral.
Porque amor não é assim. Amor é coisa de quem já viu demais para se satisfazer com um fragmento. Amor precisa de mais segurança, de trato e tem, sim, a ver com hábito. Se a paixão é a idéia que dispara a criatividade, o amor é o projeto em vias de ser realizado.
Meu amor exige cumplicidade. É amor de companheiros que já têm subentendido que ao chamar um o outro é convidado. É amor de duas lanternas, cada um com a sua, iluminando o mesmo caminho. É sempre um amor de dois.
É para vir em dupla! Pelo menos comigo: idéia e projeto. Sonho e execução. Paixão e amor. Ninguém conhece de longe, mas, francamente, para que sair da solidão confortável sem boa proposta? A paixão é meu convite.
Jucksch, Márcio.
3 Kommentare:
Tão simples. Tão lindo. Tanta saudade.
E eu te amo muito.
Te amo mesmo, seu ciumento.
E sobre aquela coisa, desculpa.
E aí, paixão! Tudo bem? HAUAHAUA
Textão bonito, tchê! Se apaixone mesmo.
Ando sumido porque essa porra de curso de Direito é um saco. Quero logo me formar e ganhar mto dinheiro, caralho! HAUAHAUA
Ei, tua partida, né? To triste com isso, mas td foi legal, ainda que somente por uns dias. Às vezes nem acredito. Aqui em Blm tudo a mesma merda!
Finalzinho do ano vou passar com o Marcelo... parceria vai render depois de nos formamos, guri! Uhu!
Abração, cara!
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai
eu sei que você deve estar me odiando profundamente profundo. deep, deep, deep.
mas não houve como, não há como.
é tudo junto abocanhando meu tempo, minha vida, meus versos, minhas canetas, meu tempo com você.
o que foi/é/vai ser uma merda até acabar janeiro de 2009. Ou talvez até bem depois, eu vou viver desesperada por resultados. Afinal, você me conhece.
Mas vai passar, nem que eu tenha que roubar o dízimo da igreja universal e atravessar o atlântico pra te ver, ok?
Olha que eu tenho as caras.
Tô com saudades, bróder. De você, de mim, da asa e da caneta.
Um ultra beijo *=
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