Hoje eu te permito tudo.
É teu dia de voar, estás autorizado.
Hoje, a contar de já, terás vinte e quatro horas para viver sem amanhã. Para que grites, para que chores. Para dizer a teu pai todas as palavras engolidas, para estepear tua mãe, fazer as malas. Para quebrar a casa. Para arrumar a casa. Nestes mil quatrocentos e quarenta minutos podes fazer o que amas ou te estarrece, como aquela humilhante ligação que só prova que não conseguistes esquecê-lo. Quanto tempo isso vai levar? Talvez tu retornes, deixe quinze, vinte mensagens desesperadas para ele te ligar. Para te amar de novo. Para te amar primeiro. Não importa - tudo pode.
Mas não perdes tempo, que tens um dia inteiro. Ou melhor, perde! Não levanta da cama, dorme de roupa, termina com tua linda namorada sem cérebro. Eu, com toda minha autoridade, hoje deixo tu fazeres o impensável. O que é? Trepar com um desconhecido? Amar de cara? Ou - deus, até isso - dizer um não?! Tens minha garantia: pode negar sem deixar de ser amado. Nada de jogos, nada de medos. O que quiseres, vale. Te confronta com a morte, vive de paixão, dança um funk. Cobra da vida as tuas carências.
Mas vive sem pensar hoje!
Para que possas descobrir o valor de acordar no dia seguinte ao fim do mundo.
Jucksch, Márcio.
É teu dia de voar, estás autorizado.
Hoje, a contar de já, terás vinte e quatro horas para viver sem amanhã. Para que grites, para que chores. Para dizer a teu pai todas as palavras engolidas, para estepear tua mãe, fazer as malas. Para quebrar a casa. Para arrumar a casa. Nestes mil quatrocentos e quarenta minutos podes fazer o que amas ou te estarrece, como aquela humilhante ligação que só prova que não conseguistes esquecê-lo. Quanto tempo isso vai levar? Talvez tu retornes, deixe quinze, vinte mensagens desesperadas para ele te ligar. Para te amar de novo. Para te amar primeiro. Não importa - tudo pode.
Mas não perdes tempo, que tens um dia inteiro. Ou melhor, perde! Não levanta da cama, dorme de roupa, termina com tua linda namorada sem cérebro. Eu, com toda minha autoridade, hoje deixo tu fazeres o impensável. O que é? Trepar com um desconhecido? Amar de cara? Ou - deus, até isso - dizer um não?! Tens minha garantia: pode negar sem deixar de ser amado. Nada de jogos, nada de medos. O que quiseres, vale. Te confronta com a morte, vive de paixão, dança um funk. Cobra da vida as tuas carências.
Mas vive sem pensar hoje!
Para que possas descobrir o valor de acordar no dia seguinte ao fim do mundo.
Jucksch, Márcio.
8 Kommentare:
Achei seu blog! Hehehe.
Realmente, só vim confirmar o que você me disse sem modéstia alguma: escreves muito bem. Dá gosto de ler. Vou visitar todo dia, certo?
Geralmente detestaria conhecer alguém com uma gama absurda de ironia, sarcasmo, humor-negro, intolerância, desdém e muita outras coisas que você revela de primeira a qualquer pessoa. Mas com você foi diferente, porque consegues deixar tudo com um pouco de bom-humor e alegria, né? Rsrsrs
Gosto de você, Márcio. Pouco dificil de enfrentar tudo isso que citei acima quando conversarmos, mas vale a pena.
Por isso, hoje e sempre me permita tudo, ok?
Até!
lindo texto, bem jovem!
me deixa fazer tudo mesmo? haha
te amo tá?
ei, teremos bruno again em mcp! mta alegria antes da tua viagem.
sem ser esse sábado, no próximo ele chega
Esse tá muito belo, amigo Márcio.
Que lindo suas palavras sobre a valorização da liberdade de quem se gosta. Isso funciona mesmo contigo.
Continue com mais textos belos, amigo ciumento.
Te amo!
uau! mas que escritor de primeira o senhor márcio hoffmannbeck está virando
te amo, bandido!
lindo lindo lindo! lindo meu amor!
tudo tão lindo e tão márcio nesses textos
e como eu odeio setembro por ta passando tão rápido! odeio!
te amo a lot!
Lindo texto, Márcio.
Querido, eu chego essa sexta. Vai me buscar no aero com a galera? Vou querer você lá, porque depois vamos zuar mto e te quero junto, valeu? hauahaua
Saudades e beijo!
gatinho!vamos sair esse final de semana?
gato, seu texto tá lindo, mas... tinha que ser seu mesmo né?
bjo =*
que texto foda
e que cara de espanto!
to ligada na da sabrina! só onda, né?
te amo!
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