
É mesmo muito triste o homem que não enxerga coincidências.
sou um monte de experimentos individual e autônomo e posso sair por aí experimentando o que eu bem quiser. Mas, a cada vez que faço isso, torno algo real, algo completo. Permito que algo exista além de si mesmo. E quando isso é retribuído, então eu existo também, como se assim o movimento estivesse completo. A cada vez que uma pessoa me ouve, me toca, me lê, me ama ou faz amor comigo eu ganho mais cor, mais contorno. Torno-me menos opaco e minha impressão no mundo se fortalece.
E cada coisa que dou amor se torna maior no mundo.
Jucksch, Márcio.
2 Kommentare:
Precisamos do outro para existir?
sinto uma afinidade tão grande com as coisas que você escreve!
to com saudade.
e preciso pegar os chinelos da sophia!
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