
As horas.
Você é prolíxo. Você me dá nojo. Você é um erro da matemática de quinta-feira.
Eu, deveras místico de carteirinha. Eu não me causo nojo. Aquela função mais que inerente da física me distribui uma parte fúnebre de antagonismo.
Como diria aquele psêudo-escritor das tardes quentes da rua dos mais jogados: "Adjetivando... Como a tristeza solitária de uma página em branco, teu olho azul-claro-violeta-distante pousa no mundo de teu travesseiro listrado e pouco. Tão próximo quanto o lençol amassado de tua bagunça tão organizada e constante, sinto tua falta sóbria e insone. Porque teu amor é inerte e ébrio; página em branco? Não. Caneta invisível (...)."
Eu me dou bem nos momentos cruéis de vida fácil; minha carteira consome o ímpeto de pouca preocupação. Me dá raiva saber que alguém já foi onde eu pretendia ir a 2 minutos atrás!
Vamos ver, alguns gostam do quadro no lugar. Eu, particularmente, prefiro a imagem fixa na cabeça. O nirvana das cores ensagüentadas de prazer iluminam o corredor de flores parvas no meu caminho. Eu tinha ódio porque sabia amar; isso não é digno! Me diz, qual a coisa mais imunda a se provar: a religião aristocrática ou a parte subjetiva do crime perfeito? Sim, você também não sabe. Se entediou de mim, né? Pega a arma, dispara no coração... Meu coração!
Hoje eu queria te pisar até você bater com suas mãos no chão, desesperada; desejando jamais ter nascido. Queria te cortar os pulsos e ver o brilho dos seus olhos sumir na mais sutil das armadilhas. E agora, me ama? Pois eu digo que medo provoca reconhecimento instantâneo.
Eu consigo voar. Subo no mais alto dos planaltos e me jogo em direção ao abismo semi-linear inebriante dos seres magnânimos que me assaltam as córneas e as idéias genias à sangue frio.
Se você pode mesmo me ajudar? Então pare de usar esse jargão jurídico de pós-graduado. Que impáfia!
Jucksch, Márcio.
Você é prolíxo. Você me dá nojo. Você é um erro da matemática de quinta-feira.
Eu, deveras místico de carteirinha. Eu não me causo nojo. Aquela função mais que inerente da física me distribui uma parte fúnebre de antagonismo.
Como diria aquele psêudo-escritor das tardes quentes da rua dos mais jogados: "Adjetivando... Como a tristeza solitária de uma página em branco, teu olho azul-claro-violeta-distante pousa no mundo de teu travesseiro listrado e pouco. Tão próximo quanto o lençol amassado de tua bagunça tão organizada e constante, sinto tua falta sóbria e insone. Porque teu amor é inerte e ébrio; página em branco? Não. Caneta invisível (...)."
Eu me dou bem nos momentos cruéis de vida fácil; minha carteira consome o ímpeto de pouca preocupação. Me dá raiva saber que alguém já foi onde eu pretendia ir a 2 minutos atrás!
Vamos ver, alguns gostam do quadro no lugar. Eu, particularmente, prefiro a imagem fixa na cabeça. O nirvana das cores ensagüentadas de prazer iluminam o corredor de flores parvas no meu caminho. Eu tinha ódio porque sabia amar; isso não é digno! Me diz, qual a coisa mais imunda a se provar: a religião aristocrática ou a parte subjetiva do crime perfeito? Sim, você também não sabe. Se entediou de mim, né? Pega a arma, dispara no coração... Meu coração!
Hoje eu queria te pisar até você bater com suas mãos no chão, desesperada; desejando jamais ter nascido. Queria te cortar os pulsos e ver o brilho dos seus olhos sumir na mais sutil das armadilhas. E agora, me ama? Pois eu digo que medo provoca reconhecimento instantâneo.
Eu consigo voar. Subo no mais alto dos planaltos e me jogo em direção ao abismo semi-linear inebriante dos seres magnânimos que me assaltam as córneas e as idéias genias à sangue frio.
Se você pode mesmo me ajudar? Então pare de usar esse jargão jurídico de pós-graduado. Que impáfia!
Jucksch, Márcio.
1 Kommentar:
Bebê, olha mamãe aqui de novo.
"... Você é prolíxo. Você me dá nojo...", quanto sensibilidade, guri.
Mas sei muito bem que teus textos tratam sempre dessa parte um pouco afora dos costumes e que, nao sei o por quê, eu adoro.
Te pisar até você bater com as mãos no chão desejando nunca tter nascido... Gostei. Foi brilhante a parte de tortura que consome a mente do ser que eu jamais vou saber quem é.
Sabe, Jaiana disse que você está namorando OUTRA VEZ... Sei quem é, mas quero detalhes. Você mesmo, Márcio.
Beijão, meu anjo. Mamãe ta com saudades!
Manda beijos pro Mark, Giulia e meus netinhos Pietro e Yandra.
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