Dienstag, 23. Oktober 2007

Mon cher,



O sol nos seus olhos se pôs, não posso sentir outra coisa a não ser pena. Sempre gostei de você mais valente, mais corajoso. Mas aos poucos a pessoa que, por primeiro conheci, foi morrendo dentro de você. Foi aí que senti que não mais te conhecia e que não podia viver ao lado de um cadáver; isso não seria justo comigo.
Hoje, talvez, você entenda que certas vezes o amor próprio deve prevalecer, jamais quis que você negasse essa parcela de essência. E sei que, quando sentimos algo que, para certa pessoas parece anormal, é fácil subentender que seja amor... Mas te digo que, mesmo isso, não te salvaria. Você invadiu o caminho da morte, foi a seu encontro sem ao menos pedir licença. Insistiu em ser o indivíduo pouco convicto de sua antipatia merecedora de aplausos. Ela não te quis. Você se consumiu aos poucos. Suicídio!
Um dia pretendo voltar a sorrir por aquele que dediquei a minha parte mais pura. Até em dias que, a pessoa que eu mais amava, resolvia me ferir, me agredir sem pensar nas conseqüências.

Jucksch, Márcio.

1 Kommentar:

Jess hat gesagt…

"Insistiu em ser o indivíduo pouco convicto de sua antipatia merecedora de aplausos. Ela não te quis. Você se consumiu aos poucos. Suicídio! "

putz


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