Eu encarava aquela parede. Não podia ser só isso. Teimo em dizer, eu vi!
Não sei se dentro ou fora, mas passou por ali. Mesmo que tenha sido ontem e escuro, mas foi. Tenho certeza, uma certeza não total, mas como se eu já tivesse visto isso e soubesse que realmente isso existe. Eu voltei lá hoje, agora estou aqui em partes. Perdi-me por lá. Não era escuro ainda quando (re)visitei o local, era dia. Olhei, sentei, refiz meu percurso e nada de encontrar aquilo que eu já vi. Talvez seja uma vez na semana que isso ocorre. Ou num ano, quem sabe até num século. O importante é que eu presenciei e de olhos bem atentos, justamente por não acreditar.
No momento, eu não reagi. Nem sequer dei muita importância para com a sua mensagem subliminar, prendi-me na sua forma errônea e obtusa, mas ela se importava comigo ou não apareceria. Agora, eu quero de novo a chance de agarrar e questionar. Será que vai voltar? Tomei uns remédios hoje durante a tarde... Quero tentar ver isso de novo, aquilo de novo. Talvez eu deva tentar sonhar com isso, ou quem sabe eu deva esquecer. Não, esquecer eu não posso. Não conhecia até ver e quando se vê estamos amarrados no visto, tentaremos assimilar o que era - o que é. Às vezes não saberemos nunca, mas já vimos. Pode parecer que ter visto aquilo seja um fardo, não se engane, estou radiante (creio que só eu vi).
Se alguém mais viu não se manifestou. Eu tenho vontade de contar, mesmo que não acreditem. Ao menos se alguém conseguir enxergar novamente poderei dizer que também vi, e vi antes. Mas ao mesmo tempo eu irei perder a dignidade ilusória, pois os outros podem tentar procurar, aí não serei mais exclusivo. Não que eu seja único, são tantos por aí, mas talvez eu tenha algo de especial. A coisa me viu! Tenho certeza da reciprocidade, foi algo como amor a primeira vista. Talvez sejamos parte da mesma música. Tenho dúvidas quanto a pertencer ao mesmo mundo, entretanto sei que posso me adaptar a qualquer circunstância, desde que ela esteja ao meu lado.
Já não sei mais onde comecei, queria poder (re)ver agora, começar o meu plano sistematicamente para não me perder nos detalhes. O importante, amigo, é que eu desejo que tu vejas. Não precisa acreditar, mas agora quando tu enxergar sei que vais lembrar o que eu te disse, mesmo que seja assim no anonimato. Aliás, é nesse mistério que a coisa aparece. Deve ser. Também não tenho certeza de nada. Mas veja...
Não sei se dentro ou fora, mas passou por ali. Mesmo que tenha sido ontem e escuro, mas foi. Tenho certeza, uma certeza não total, mas como se eu já tivesse visto isso e soubesse que realmente isso existe. Eu voltei lá hoje, agora estou aqui em partes. Perdi-me por lá. Não era escuro ainda quando (re)visitei o local, era dia. Olhei, sentei, refiz meu percurso e nada de encontrar aquilo que eu já vi. Talvez seja uma vez na semana que isso ocorre. Ou num ano, quem sabe até num século. O importante é que eu presenciei e de olhos bem atentos, justamente por não acreditar.
No momento, eu não reagi. Nem sequer dei muita importância para com a sua mensagem subliminar, prendi-me na sua forma errônea e obtusa, mas ela se importava comigo ou não apareceria. Agora, eu quero de novo a chance de agarrar e questionar. Será que vai voltar? Tomei uns remédios hoje durante a tarde... Quero tentar ver isso de novo, aquilo de novo. Talvez eu deva tentar sonhar com isso, ou quem sabe eu deva esquecer. Não, esquecer eu não posso. Não conhecia até ver e quando se vê estamos amarrados no visto, tentaremos assimilar o que era - o que é. Às vezes não saberemos nunca, mas já vimos. Pode parecer que ter visto aquilo seja um fardo, não se engane, estou radiante (creio que só eu vi).
Se alguém mais viu não se manifestou. Eu tenho vontade de contar, mesmo que não acreditem. Ao menos se alguém conseguir enxergar novamente poderei dizer que também vi, e vi antes. Mas ao mesmo tempo eu irei perder a dignidade ilusória, pois os outros podem tentar procurar, aí não serei mais exclusivo. Não que eu seja único, são tantos por aí, mas talvez eu tenha algo de especial. A coisa me viu! Tenho certeza da reciprocidade, foi algo como amor a primeira vista. Talvez sejamos parte da mesma música. Tenho dúvidas quanto a pertencer ao mesmo mundo, entretanto sei que posso me adaptar a qualquer circunstância, desde que ela esteja ao meu lado.
Já não sei mais onde comecei, queria poder (re)ver agora, começar o meu plano sistematicamente para não me perder nos detalhes. O importante, amigo, é que eu desejo que tu vejas. Não precisa acreditar, mas agora quando tu enxergar sei que vais lembrar o que eu te disse, mesmo que seja assim no anonimato. Aliás, é nesse mistério que a coisa aparece. Deve ser. Também não tenho certeza de nada. Mas veja...
J, M.
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