Não que eu seja um viciado, nem você. Mas é o vício que nos faz presença. Todos têm algum. Vícios não têm mínimos e os máximos podem ser fatais. O segundo gole de água é uma overdose. Ao menos se fossemos viciados teríamos objetivos. Somos usuários, passageiros que não tripulam na viagem.
Características são marcadas por vícios, sem eles não há definição. Nada nesse mundo é absolutamente irreversível - nem o vício. Um dia acaba.
Mostrar-se um viciado é fatal, corrompe os espectadores e nubla a personalidade. Temos de suar escondidos na sombra do que usamos. Não há julgamento cabível para um viciado, tudo não passa de opção e opto por não falar mais, pois ao falar do vício posso me tornar viciado.
Características são marcadas por vícios, sem eles não há definição. Nada nesse mundo é absolutamente irreversível - nem o vício. Um dia acaba.
Mostrar-se um viciado é fatal, corrompe os espectadores e nubla a personalidade. Temos de suar escondidos na sombra do que usamos. Não há julgamento cabível para um viciado, tudo não passa de opção e opto por não falar mais, pois ao falar do vício posso me tornar viciado.
"Vicio-me no odor das flores mortas no inverno que não vivi. Andei sem ver as coisas e cai de um muro alto, quase Berlin. Passo por aqui sempre, a observar teu minucioso processo de estar. Tu estás e isso me alegra. Quem és tu, não sei. Talvez tudo, poeta"
J, M.
Keine Kommentare:
Kommentar veröffentlichen