O vaso atrás da porta esconde muitos segredos. Mas o que seria a verdade se não meia dúzia de garrafas contendo sonhos e o mendigo que segue sua vida cantando músicas que elevam o ócio? Suspeito seria se eu não vestisse a fantasia do carnaval e brincasse de Pierrô apaixonado que chora pelo amor da Columbina – coisas pouco criativas quando se ama. O palhaço que encanta vidas e esconde a própria dor sob camadas de tinta e um nariz vermelho. Ele também sofre! A televisão me entorpece e, de certa forma, me faz viver mostrando-me a realidade. Tanto pra sofrer que penso em desistir ainda no primeiro capítulo deste Best-Seller. Curso a faculdade dos poetas de três amores perdidos, pós-graduado em pedagogia de dois processos de pedofilia, mestre em filosofia do passe de ônibus à procura da metafísica do puteiro, doutor em sociologia utópica ainda em progresso e P. H. D em antropologia da vida alheia e da atual sociedade bígame e extremamente sexuada – algo como um sorvete com dois sabores. Jornalista intrépido atrás do crime perfeito, jovem cretino com a revista proibida para menores, político de dois votos e urnas alteradas, índio de jeans e champanhe na mão, mendigo poliglota encontrado no bingo, movimento hippie de alguns tragos (...). O puro setor da tropicália em ascensão. Isso! Religião como suspensório da alma. Evangélico crente de que sexo é gozado e que Cristo vai vestir a farda com a suástica e condenar uma leva de pobres seres a sofrerem no caldeirão do homem vermelho, de chifrinhos e com o tridente na mão; lúdicos a ponto de pena de morte. Abstração na poça de lama, arte de três frutas podres... O quadro recriado à caneta. Plantar árvores se tornou esporte no atual planeta nada. Ir à praia como programa família-aborígine. Juventude perdida e sendo preparada para o mundo do crime em quilômetros de asfalto. Tenho quase certeza que se formos a fundo dentro desse submundo, descobriremos uma verdadeira grade escolar que passa da matemática a geografia, história a biologia, português a física. Além mar tantas coisas podem ser encontradas. Prefiro viver a favor do altruísmo... Mas isso complica a simplicidade dos fatos. Quero algo eu x eu, complexo de três andares. O cinema que, a cada cena apresentada, sufoca medos, sustos ostentam vidas e repassam emoções sofridas na adolescência. É tudo feito de flashs e luzes!
Minha vida em três palavras... Três tigelas tigres brancos. Esculturas estudadas por antropófagos e tidas como algo belo por “cultos”, tudo mentira. Vulgaridade revestida em conhecimento. Na verdade todos somos putas, sendo que somente poucos se assumem como tal. Cobramos por nossos serviços e afazeres. Isso é prostituição consentida. Putas! O país e suas peças raras. Vamos do mensalão ao mensalinho, dinheiro público a custo do suor do pobre trabalhador sendo guardado em cuecas. Oh! Chegamos a um ponto de criatividade jamais vista. Algo mesquinho na visão de um psicólogo... Tudo muito relativo. Desculpe-me. Vida, vivida, vivo, viva a ironia! Consuma seus pais, eles são seus primeiros bancos; maltrate sua família, eles são seus piores inimigos; castigue seus avós, eles são antiquados e pouco úteis. Mais uma vez... Caráter. Passa adiante! Na terra de outrem sempre seremos o pé grande e nossa canoa sempre vai afundar. Revistas que ensinam o adolescente a fazer sexo, 5 páginas de dúvidas e dividas. Se for dividas, tem que pagar porque o ano está aí e acabou de iniciar, senhora. Crítica de pouco caso e falta do que fazer. O chão gelado que me mostra o tempo como algo alternativo. O lixo que me apresenta o verdadeiro amor. Paixão platônica pela pessoa que me acenou na praça. Legumes de 10 minutos. O telefone que me mantém sedentário e mórbido. Talvez eu diga três vezes eu te amo e, assim, ganhe sua eterna confiança. Vai ver que o vaso nem guarde tantos segredos, a falta de comunicação que me consome é a explicação para desconfianças desnecessárias. É tudo culpa do sistema que inibe qualquer pratica de socialização com o mundo exterior, com os outros parentes. No final, sempre temos a cama que nos conforta em momentos mais tolos que encostamos a cabeça e podemos pensar que tudo poderia ser pior.
Minha vida em três palavras... Três tigelas tigres brancos. Esculturas estudadas por antropófagos e tidas como algo belo por “cultos”, tudo mentira. Vulgaridade revestida em conhecimento. Na verdade todos somos putas, sendo que somente poucos se assumem como tal. Cobramos por nossos serviços e afazeres. Isso é prostituição consentida. Putas! O país e suas peças raras. Vamos do mensalão ao mensalinho, dinheiro público a custo do suor do pobre trabalhador sendo guardado em cuecas. Oh! Chegamos a um ponto de criatividade jamais vista. Algo mesquinho na visão de um psicólogo... Tudo muito relativo. Desculpe-me. Vida, vivida, vivo, viva a ironia! Consuma seus pais, eles são seus primeiros bancos; maltrate sua família, eles são seus piores inimigos; castigue seus avós, eles são antiquados e pouco úteis. Mais uma vez... Caráter. Passa adiante! Na terra de outrem sempre seremos o pé grande e nossa canoa sempre vai afundar. Revistas que ensinam o adolescente a fazer sexo, 5 páginas de dúvidas e dividas. Se for dividas, tem que pagar porque o ano está aí e acabou de iniciar, senhora. Crítica de pouco caso e falta do que fazer. O chão gelado que me mostra o tempo como algo alternativo. O lixo que me apresenta o verdadeiro amor. Paixão platônica pela pessoa que me acenou na praça. Legumes de 10 minutos. O telefone que me mantém sedentário e mórbido. Talvez eu diga três vezes eu te amo e, assim, ganhe sua eterna confiança. Vai ver que o vaso nem guarde tantos segredos, a falta de comunicação que me consome é a explicação para desconfianças desnecessárias. É tudo culpa do sistema que inibe qualquer pratica de socialização com o mundo exterior, com os outros parentes. No final, sempre temos a cama que nos conforta em momentos mais tolos que encostamos a cabeça e podemos pensar que tudo poderia ser pior.
Jucksch, Márcio.
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