Dienstag, 18. September 2007

Firmamento


Quando eu cabia nos braços de meu pai, ele me consolava dizendo para não ser tão triste que nesse mundo somos todos iguais. Um tem asa para voar, outro pernas ligeiras que correm. Uns sólidos, outros liquidos, todos em estado. Eu pensava que era uma verdade, sempre será. Na guerra do dia-a-dia. Dia em dia o homem é bicho feroz e sempre acaba 'vencendo' aquele que é mais veloz. Meu vencer é relativo, pois para chegar lá, temos de ultrapasssar aqui. Na batalha morre o homem e a flor, mistura todos os sangues, mas o preto não tem cor.


P.S.: Ah, senhor meu pai não de sangue, essa foi pra você. Apesar de ter conhecido o filho aos 11 anos e termos não nos visto decentemente esse ano... Mas daqui a pouco te vejo mais, né? Amo você.


Jucksch, Márcio.

1 Kommentar:

Jess hat gesagt…

aah.. você é o único gasoso com asas ;D