
E todos os finais de semana ele ia ao mesmo barzinho.
Não aparentava cansaço, mas pegava no sono muito fácil. Seus amigos semprem tiravam sarro por esse seu comportamento "meio adolescente", como costumavam chamar.
Todos os dias ele fazia o mesmo percurso. Em termos de trabalho, não deixava a desejar. Era um ótimo neurologista, e agora freqüentava a faculdade de jornalismo; ninguém sabia explicar essa sua diversidade.
Apesar de ainda ser jovem, com seus 30 anos, já era casado, pai de um lindo menino e sua esposa esperava o segundo filho. Os amigos falavam que ele tinha tirado a sorte grande no amor e na vida. Ele não era o tipo de ser humano extraordinário, apenas pragmático em suas ações. Considerava-se uma pessoa abençoada e feliz, fora dos princípios filosóficos impostos por outrem.
Apesar de ainda ser jovem, com seus 30 anos, já era casado, pai de um lindo menino e sua esposa esperava o segundo filho. Os amigos falavam que ele tinha tirado a sorte grande no amor e na vida. Ele não era o tipo de ser humano extraordinário, apenas pragmático em suas ações. Considerava-se uma pessoa abençoada e feliz, fora dos princípios filosóficos impostos por outrem.
Não costumava pensar no futuro, gostava de aproveitar o hoje. Mais do que aproveitar o hoje, que lhe cabe muitas horas e variadas situações, era aproveitar o agora; na verdade, o que ele estava a fazer naquele exato momento. Tinha a sensação de ser uma máquina, na qual, fosse controlado por alguém através de um chip. Mesmo que fosse isso sentia-se feliz, pois sabia que aquela era uma "pessoa de bem".
Ele, lá no fundo, deseja doses homeopáticas de bom senso. Tinha certeza que fora afetado por osmose por algum tipo de senso ético-crítico insuportável.
Talvez ele nem fosse tudo aquilo que a reputação fofocava aos quatro ventos.
Jucksch, Márcio.
Talvez ele nem fosse tudo aquilo que a reputação fofocava aos quatro ventos.
Jucksch, Márcio.
1 Kommentar:
e o relógio engoliu a pausa..
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