Os anos ímpares têm certas tradições.
O 1º semestre é sempre lindo, divino, fabuloso. No 2º, por volta de setembro/outubro, a vida muda, desmorona.
Mudo de cidade, alguém da família morre, perco o amor da minha vida.
É sempre um FAIL bem grande, bem na cara.
E os anos pares? Imprevisíveis.
Jucksch, Márcio.
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