Quando tu chegas em casa depois de uma noite inteira por aí... uma noite surpreendente, escorregadia, cheirando a vômito, colônia de priprioca, enxergando várias histórias estapafúrdias tomando forma ali adiante, mas fixando-se num ponto cada vez mais longínquo. As melodias de canções confusas, dispersas na escuridão que vem do alto. O vento frio não dá conta de manter em pé quem está inconsciente. Água, água, água mineralíssima para escorrer garganta abaixo, apoiar-se no concreto novo e rígido. Caminhar seguindo a rota, os sinais que apontam a direção: o oposto do sol nascente bem atrás de nós. Dividir uma cama sem saber quem é o outro. Alcançar o lar sentindo a energia esvair-se langüidamente, os portões abrindo pelo favor que tuas mãos deviam às tuas pernas. Observar seu próprio reflexo e desejar apenas um retrato.
Jucksch, Márcio.
4 Kommentare:
tb nem podes falar mt coisa... ficas postando um monte só pra dar erro nos comments... phoda-se...
assim, não deixarei comentários em todos os textos, só no primeiro e no último. pra dar uma sorte... não que eu seja supertisciosa, mas vai que o blogger se encaralha de vez e apaga o meu blog, hãn? (realmente, acho q é macumba)
desejar água potável é fino demais, sô. texto batuta, uai!
(faísca e espoleta é tão caipira *-*)
meo... por enquanto, nada de verificações de palavras do tipo "bavandhra" ou qualquer outro deus hindu... o google tem medo de mim *-*
difícil de entender, cheirando a vomito foi otimo!
Te confesso que só vim porque estou contigo no emi essi en, guri.
Como a sandrinha disse, confuso. Porém, simples e chato. Não gostei muito.
O que salva tudo é a tua idiossincrasia, bróder.
p.s.: aqui em poa tá frio, deverias tá aqui. mas prefere o rio amazona, né, chato?!
Rááááááá!
Obrigado Marcelo! Eu sei que sou uma merda mesmo! Mas sempre preciso do comentário tbm de merda de vocês.
Na verdade, o que eu queria agora era estar na suécia vendo aqueles deus surreais. Tão lindos e tão suecos, sácoé?
Mas não, preciso me fazer entender e aceitar mais que nunca que o mundo é injusto e que Macapá - e seus índios tucujus de merda - pasmé, fazem parte da minha querida vida, valeu? hauahaua
Não quero mais ir a poa, aí nem neva e mto menos tem o frio glacial de antes =B
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