Sonntag, 10. August 2008

Bara vill ha ett foto

Quando tu chegas em casa depois de uma noite inteira por aí... uma noite surpreendente, escorregadia, cheirando a vômito, colônia de priprioca, enxergando várias histórias estapafúrdias tomando forma ali adiante, mas fixando-se num ponto cada vez mais longínquo. As melodias de canções confusas, dispersas na escuridão que vem do alto. O vento frio não dá conta de manter em pé quem está inconsciente. Água, água, água mineralíssima para escorrer garganta abaixo, apoiar-se no concreto novo e rígido. Caminhar seguindo a rota, os sinais que apontam a direção: o oposto do sol nascente bem atrás de nós. Dividir uma cama sem saber quem é o outro. Alcançar o lar sentindo a energia esvair-se langüidamente, os portões abrindo pelo favor que tuas mãos deviam às tuas pernas. Observar seu próprio reflexo e desejar apenas um retrato.


Jucksch, Márcio.

4 Kommentare:

nai ara hat gesagt…

tb nem podes falar mt coisa... ficas postando um monte só pra dar erro nos comments... phoda-se...
assim, não deixarei comentários em todos os textos, só no primeiro e no último. pra dar uma sorte... não que eu seja supertisciosa, mas vai que o blogger se encaralha de vez e apaga o meu blog, hãn? (realmente, acho q é macumba)

desejar água potável é fino demais, sô. texto batuta, uai!
(faísca e espoleta é tão caipira *-*)

meo... por enquanto, nada de verificações de palavras do tipo "bavandhra" ou qualquer outro deus hindu... o google tem medo de mim *-*

Anonym hat gesagt…

difícil de entender, cheirando a vomito foi otimo!

Anonym hat gesagt…

Te confesso que só vim porque estou contigo no emi essi en, guri.
Como a sandrinha disse, confuso. Porém, simples e chato. Não gostei muito.
O que salva tudo é a tua idiossincrasia, bróder.

p.s.: aqui em poa tá frio, deverias tá aqui. mas prefere o rio amazona, né, chato?!

Anônimo is burning hat gesagt…

Rááááááá!

Obrigado Marcelo! Eu sei que sou uma merda mesmo! Mas sempre preciso do comentário tbm de merda de vocês.
Na verdade, o que eu queria agora era estar na suécia vendo aqueles deus surreais. Tão lindos e tão suecos, sácoé?
Mas não, preciso me fazer entender e aceitar mais que nunca que o mundo é injusto e que Macapá - e seus índios tucujus de merda - pasmé, fazem parte da minha querida vida, valeu? hauahaua

Não quero mais ir a poa, aí nem neva e mto menos tem o frio glacial de antes =B