Ontem sonhei com lagartas. Daquelas que nos queimam
Estavam por toda a parte
Eu não me queimava.
Mas fingia que sim, para poder pedir ajuda
E alguém atrás de um vidro me observava, estático. Não como uma pedra, mas como uma nuvem que passa e mantém a forma. Sumindo sem você notar.
O que eu senti depois?!
Eu não senti, eu acordei. E vi a parede verde do meu quarto e minha mãe gritando cinco minutos depois dizendo que o café estava pronto e que se eu não me apressasse eu perderia o ônibus.
Jucksch, Márcio.
2 Kommentare:
vou te linkar, oka?
lembrou de mim, que foi um fato considerável desses dias... saudadona de ti.
eu não interpreto sonhos, acho meio pretulice... mas o negócio de não se queimar e fingir que se queima pra pedir ajuda é de se pensar em algo...
beijos milhões.
Esse ficou bem simples, Márcio mas ficou bem lindo, sabe?
Setá que já posso começar a interpretar esse sonho, meo? heueheu
o que eu mais me impressiono lendo o que vc escreve é que vc passa mtas coisas, menos a acidez que é natual em ti e que às vzs deixa o público bem constragido... às vzs, sabe?
hauahaua
te amo!
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