Mittwoch, 11. Juli 2007

Izabel...


(...) e nesse rítmo desenrolava a inutilidade da tal mulher. Ela apenas sorria com olhos marotos e garantidos de sua eterna agonia. Percorria a mesma distância todos os dias apenas para tentar um desencontro; ela era mais esperta do que pensavam. Mas Izabel estava consciente que depois da ponte sua história acabava sem final feliz; ela jamais atravessara, ou mesmo se atrevera a tal ponto. Ainda assim inquietava-lhe a cuca, fazendo com que sua ânsia por descobrir qual seria seu final trágico, clariasse suas idéias. E, assim, decidiu arriscar seus valores e atravessar a ponte... e foi certo, Izabel atravessou e morreu; e viveu feliz para sempre (...).

Jucksch, Márcio.

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