Donnerstag, 5. Juli 2007

Te adoro, Teodora!


É porque somente assim que consigo definir esta subserviência diante do comodismo a que te sirvo.
Se diante do beijo selamos, o que pensávamos ser um pacto de justiça para com nossos modelos inúteis, eu me dizer um cadáver, não estranhe. Apenas sentimentos desleais consomem o pouco de selvageria que habita em mim. Agora te pergunto, o que fazes ao meu lado se nada quer com meu funebre intangível?
A minha pele se dissolve diante da tela negra a qual apenas me desenha em um mundo nada observado... será que todo cretino se entorpece na fuga do atroz!? Talvez tenhamos sempre que viver, viver, viver e... tolerar toda a prepotência saturada dentro do conceito de pacifismo. Eu me acho um lixo; apenas encontra-me e usurfrua do bloco envolto de felicidade.
Neste momento te odeio mais que minhas decisões pendentes. Assim prefiro, pois sei que jamais sairás do meu cerne.

Te adoro, Teodora!

Jucksch, Márcio.

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