
É sempre assim. Tudo acontece depois de uma noite mal dormida. Acorda cansado e vai direto para a sala; de sofá de capa vermelha, almofadas vermelhas, alguns projetos de portas atrás, umas bicicletas inutilizadas. A mesinha de vidro parece solitária no canto, se não fosse pela imagem de Nossa Senhora, segurando seu filho, que abençoa o humilde lar.
A cozinha sempre com aquele aspecto "família"; digamos que há uma competência superior diante disto. A mesa ainda com lembranças da reifeição anterior; a viagem orgânica segregada. A geladeira - a primeira vista - não combina com o aspecto moderno desta parte da casa; ela está descascada, mas sempre suportando o excesso. No quintal, alguns patos e algumas galinhas; isso de forma nostálgica. Levanta, liga a televisão, olha o telefone, o café à espera em cima da mesa, os chinelos jogados no chão (...).
No quarto, duas camas; ao lado do guarda-roupa, muitas sacolas com produtos de higiêne; o criado mudo ao lado comporta alguns acessórios de manicure e alguns celulares. A moça vai em direção ao banheiro carregando um balde que exige muito de sua força, já que tem dias que falta água no bairro.
Tudo nesta casa é velho. Ratos dominam o fôrro.
O fogão, apesar de limpo todos os dias, tem sempre suas gotas matinais de oléo. O guarda-louças velho e sem portas guarda as mais lindas porcelanas. Muitos copos de temperos que agora são usados como taças de champangne.
Algumas notícias de sempre nos noticiários, os programas mórbidos da manhã que ensinam como cozinhar a massa cinzenta para servir de refeição do dia. O chão sempre cheio de poeira, insetos mortos. Aí, vai ao computador para viver o relacionamento virtual o mais intesamente possível. A formiga que anda no monitor não chega a incomodar, ela se torna a companhia mais agradável na sessão surrealismo. Ao lado, no hacker, alguns dicionários e uma caixa de celular; era tudo desordenado. Oh, Deus! Diga onde tudo isso vai parar? Mas Deus nunca responde perguntas simples.
Na estante, o mesmo de sempre. A garrafa artesanal, pintada de verde, chama a atenção, sim; o borrifador amarelo também é sútil aos olhos de quem vê. O emaranhado de fios de televisão, computador, dvd e telefone permitem mais do que o apropriado; desorganização!
Está tudo fora do lugar. Mas me desculpe... só assim que eu me sei, meu amor.
A cozinha sempre com aquele aspecto "família"; digamos que há uma competência superior diante disto. A mesa ainda com lembranças da reifeição anterior; a viagem orgânica segregada. A geladeira - a primeira vista - não combina com o aspecto moderno desta parte da casa; ela está descascada, mas sempre suportando o excesso. No quintal, alguns patos e algumas galinhas; isso de forma nostálgica. Levanta, liga a televisão, olha o telefone, o café à espera em cima da mesa, os chinelos jogados no chão (...).
No quarto, duas camas; ao lado do guarda-roupa, muitas sacolas com produtos de higiêne; o criado mudo ao lado comporta alguns acessórios de manicure e alguns celulares. A moça vai em direção ao banheiro carregando um balde que exige muito de sua força, já que tem dias que falta água no bairro.
Tudo nesta casa é velho. Ratos dominam o fôrro.
O fogão, apesar de limpo todos os dias, tem sempre suas gotas matinais de oléo. O guarda-louças velho e sem portas guarda as mais lindas porcelanas. Muitos copos de temperos que agora são usados como taças de champangne.
Algumas notícias de sempre nos noticiários, os programas mórbidos da manhã que ensinam como cozinhar a massa cinzenta para servir de refeição do dia. O chão sempre cheio de poeira, insetos mortos. Aí, vai ao computador para viver o relacionamento virtual o mais intesamente possível. A formiga que anda no monitor não chega a incomodar, ela se torna a companhia mais agradável na sessão surrealismo. Ao lado, no hacker, alguns dicionários e uma caixa de celular; era tudo desordenado. Oh, Deus! Diga onde tudo isso vai parar? Mas Deus nunca responde perguntas simples.
Na estante, o mesmo de sempre. A garrafa artesanal, pintada de verde, chama a atenção, sim; o borrifador amarelo também é sútil aos olhos de quem vê. O emaranhado de fios de televisão, computador, dvd e telefone permitem mais do que o apropriado; desorganização!
Está tudo fora do lugar. Mas me desculpe... só assim que eu me sei, meu amor.
Jucksch, Márcio.
1 Kommentar:
Eu me encontro nessa desordem...
mas o caos tambem é belo meu amigo...do caos nasce a perfeiçao da vida...até mesmo a imperfeiçao do verdadeiro amor...
Kommentar veröffentlichen