
Mentira. Era uma mentira encantadora tudo o que Roberto cantava em meus ouvidos. O excesso de detalhes inundava as paredes verdes jamais tocadas por outrem.
Suas mãos tocavam partes estratégicas do meu corpo; era como se ele traçasse uma tática de ataque. Na verdade, sempre me abstive sobre suas verdadeiras intenções. O sol entrava pela janela como quem não quer nada; não pedia lincença para expulsar as sombras do que costumava querer existir.
As nuvens faltavam em ocasiões especias. Me sentia tão feliz. Felicidade requer concentração - me sentia tão lívida diante do acaso, descaso (...).
Sorria sem preocupações posteriores; meu olhar ia longe. Ele começou a contar passos distintos, a acariciar meu cerne; parece que aos poucos tentava roubar meus pensamentos à sangue frio. Mas era tão óbvia toda aquela situação. Ele era excessivamente prosáico em seus gestos... que entrave!
Depois de horas, nossos olhares finalmente se encontraram. Foi um mergulho tão profundo, de certa forma posso dizer que senti medo de ir tão fundo até o desconhecido. Minha primeira atitude foi fechar os olhos e beijar sua boca. Foi algo triste. Ele é doce; não é agradável descobrir que, o que aparenta estar intocável, pode estar tão cheio de machucados que provavelmente não poderão ser curados. Alguns podem dizer que são coisas da vida (...).
Mas Roberto é forte; jamais estará sozinho, estou com ele. É fato que me sinto na obrigação de cumprir tais coisas... e é muito bom! Isso faz eu quase esquecer toda a falta que ele fazia em dias intermináveis de solidão. Mas meu amor é amor e ninguem mais sabe; só eu sei, Graças à Deus!
A extenção dos riscos que corro diante de tanta contentação é discutível. Eu posso tudo. Não posso ter medo de amar. Talvez em outra vida não tenha a mesma chance.
Ele continuava à traçar sua intenções em meu corpo... Tenho a certeza que naquele exato momento eu estava sendo seu mundo completo.
Jucksch, Márcio.
Suas mãos tocavam partes estratégicas do meu corpo; era como se ele traçasse uma tática de ataque. Na verdade, sempre me abstive sobre suas verdadeiras intenções. O sol entrava pela janela como quem não quer nada; não pedia lincença para expulsar as sombras do que costumava querer existir.
As nuvens faltavam em ocasiões especias. Me sentia tão feliz. Felicidade requer concentração - me sentia tão lívida diante do acaso, descaso (...).
Sorria sem preocupações posteriores; meu olhar ia longe. Ele começou a contar passos distintos, a acariciar meu cerne; parece que aos poucos tentava roubar meus pensamentos à sangue frio. Mas era tão óbvia toda aquela situação. Ele era excessivamente prosáico em seus gestos... que entrave!
Depois de horas, nossos olhares finalmente se encontraram. Foi um mergulho tão profundo, de certa forma posso dizer que senti medo de ir tão fundo até o desconhecido. Minha primeira atitude foi fechar os olhos e beijar sua boca. Foi algo triste. Ele é doce; não é agradável descobrir que, o que aparenta estar intocável, pode estar tão cheio de machucados que provavelmente não poderão ser curados. Alguns podem dizer que são coisas da vida (...).
Mas Roberto é forte; jamais estará sozinho, estou com ele. É fato que me sinto na obrigação de cumprir tais coisas... e é muito bom! Isso faz eu quase esquecer toda a falta que ele fazia em dias intermináveis de solidão. Mas meu amor é amor e ninguem mais sabe; só eu sei, Graças à Deus!
A extenção dos riscos que corro diante de tanta contentação é discutível. Eu posso tudo. Não posso ter medo de amar. Talvez em outra vida não tenha a mesma chance.
Ele continuava à traçar sua intenções em meu corpo... Tenho a certeza que naquele exato momento eu estava sendo seu mundo completo.
Jucksch, Márcio.
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