Donnerstag, 15. April 2010

Dia 14

Ontem, foi quente. Muito quente. Aí, tive que sair. Sair do ambiente mais tranquilo em que eu podia me encontrar naquele exato momemto. Isso dói. Pelo calor, pelo esforço, pela chatice, pelos gritos de "demônios" não educados. Mas ainda assim saí, era uma ordem.
Levando a máquina na mão, não senti raiva nem nada - até fiquei felizinho de poder sair àquela hora. Cheguei, esperei dois ou três minutos, não lembro. Aí andei um pouco com a pessoa que me pediram para procurar e pronto, já estava na correri... mas nem foi tanta. Foi de sala em sala, mais gritaria, calor, abafado. Tirava quatro fotos, ouvia uns comentários infames e via poses de gente já ridícula ou com um potencial imenso para se tornar a mesma. Mais piadas infames, e da minha companhia. Aliás, não irei mais usar companhia, melhor usar GUIA. Era isso que aquela bendita era (ou maldita).
Aí, eu voltei. Sentindo o suor, que até pensei que eram partes do meu corpo derretendo. Apesar do ar gelado do carro, ainda assim sentia o inferno em que me encontrava sem poder fugir. Suor, suor, suor. Uns sorrisos amarelos e simpáticos, porém sinceros. Era um senhor simpático, sem noção mas simpático. Chegando ao ponto de inicio conversei com gente que jamais havia falado, e mesmo nem sentia vontade. Eu não faço questão de muita coisa, como muita gente já sabe. Mas foi isso, eu sobrevivi, meu corpo e espírito ainda continuam intactos.
O que é triste? O calor, o inferno.


J, M.

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