Isso lembra uma poesia de um autor muito ruim. O ruim nao tem a ver com o seu texto, só o fato da natureza nos sequestrar... ou melhor... nos resgatar do humano demais.
"Agora, explícitas, as plantas fazem do meu corpo seus campos
e regam meus poros com seu choro de lótus,
abraçam meu pescoço com raízes e suplicam, aos prantos,
que um dia eu seja natural como elas, gotas de gozos.
A terra, em um gesto descarado, povoa e invade as correntes
sanguíneas através das unhas espaçadas com resquícios
da fauna que inebriam as raízes que já dominam, ó serpentes
da natureza e suas garras: espécies de deliciosos suplícios.
E, com a água das matas invadindo meus olhos, como quem compensa,
todas as lágrimas das nuvens de ódio no céu do meu pensamento,
construam lagos e oceanos imensos. A alma é um infinito relampeio!
Ora, pureza, tu és os troncos infestados de vida; as flores de menta,
os sabores da língua do vento que prova os adornos sangrentos
e incita, provoca a tormenta na alma; erupções seguidas de um beijo!".
e regam meus poros com seu choro de lótus,
abraçam meu pescoço com raízes e suplicam, aos prantos,
que um dia eu seja natural como elas, gotas de gozos.
A terra, em um gesto descarado, povoa e invade as correntes
sanguíneas através das unhas espaçadas com resquícios
da fauna que inebriam as raízes que já dominam, ó serpentes
da natureza e suas garras: espécies de deliciosos suplícios.
E, com a água das matas invadindo meus olhos, como quem compensa,
todas as lágrimas das nuvens de ódio no céu do meu pensamento,
construam lagos e oceanos imensos. A alma é um infinito relampeio!
Ora, pureza, tu és os troncos infestados de vida; as flores de menta,
os sabores da língua do vento que prova os adornos sangrentos
e incita, provoca a tormenta na alma; erupções seguidas de um beijo!".
J, M.
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