Era um festa, um brinde à nova vida que aparecia dentre as vulcanizações proletárias de uma realidade pobre em desejos. Celebração de corações vazios que se doam numa entrega arrepiada de inocências bem-cuidadas. As vozes caminhavam rumo ao recém nascido. O que surgia era uma mistura. De tudo que existe e do que ainda haveria de surgir. É um monstro de conhecimento.
Os olhos nem precisam enxergar quando se tem o complemento de uma felicidade assolando todos num mesmo tempo, num mesmo resíduo de ilusão. O tilintar da espera assume formas bestiais, luzes, câmera, ação! Os clichês necessários também estão presentes, pois nem tudo que é bom é feito de bondade.
A possíbilidade daquilo ser premetitado era impossível. Apenas um sabia. O que que relata, aquele que se joga do abismo no compromisso da mensagem. A ponte ligação dos destinos era reforçada pelo sorrisso falso da nomeação. Deveria o algo ser nomeado?
Optaram pelo não, pois é sempre mais fácil negar-se ao mundo que está a sua volta, ao menos assim existe a história que é recontada por milhares de corpos: a história da impossibilidade da paz.
Num grito interminável, os presentes começam a aparecer. Acasalamentos geram novos frutos estéreis. Maldições recaem sobre quem os fazia. O que era fato, agora se desenrola em membro fátuo. O comércio de bijuterias sempre muito bem pago é relíquia nesse mundo de desdém.
A animação é feita de indiferença mútua. O que consola a todos numa frustração menina. Os cacos da noite que transbordava luzes por todos os cantos já começava a ser recolhido. A besta seguia seu ritmo, numa aniquilação prazerosa, todo fim é bem-vindo quando o começo foi bem realizado. Costumavam dizer as coisas que faziam, agora dizem o que vão fazer. O monstro não liga para o que ocorre, o ocorrido é ele. Segue, estilhaçando os tetos de vidro dos desprotegidos. A contaminação está realizada e cada momento do seu ler é agora ilusão de um ser que te carrega nos ombros por pena do tamanho da sua caminhada. Caminhemos unidos da feiúra do nosso esplendor, correndo com o fluxo migratório de andorinhas pardas. Nosso trajeto é desconhecido, mas nossa trajetória está agora em nosso peito de onde brota um novo feixe de luz que acalenta os dedos carregados pela besta do saber.
Os olhos nem precisam enxergar quando se tem o complemento de uma felicidade assolando todos num mesmo tempo, num mesmo resíduo de ilusão. O tilintar da espera assume formas bestiais, luzes, câmera, ação! Os clichês necessários também estão presentes, pois nem tudo que é bom é feito de bondade.
A possíbilidade daquilo ser premetitado era impossível. Apenas um sabia. O que que relata, aquele que se joga do abismo no compromisso da mensagem. A ponte ligação dos destinos era reforçada pelo sorrisso falso da nomeação. Deveria o algo ser nomeado?
Optaram pelo não, pois é sempre mais fácil negar-se ao mundo que está a sua volta, ao menos assim existe a história que é recontada por milhares de corpos: a história da impossibilidade da paz.
Num grito interminável, os presentes começam a aparecer. Acasalamentos geram novos frutos estéreis. Maldições recaem sobre quem os fazia. O que era fato, agora se desenrola em membro fátuo. O comércio de bijuterias sempre muito bem pago é relíquia nesse mundo de desdém.
A animação é feita de indiferença mútua. O que consola a todos numa frustração menina. Os cacos da noite que transbordava luzes por todos os cantos já começava a ser recolhido. A besta seguia seu ritmo, numa aniquilação prazerosa, todo fim é bem-vindo quando o começo foi bem realizado. Costumavam dizer as coisas que faziam, agora dizem o que vão fazer. O monstro não liga para o que ocorre, o ocorrido é ele. Segue, estilhaçando os tetos de vidro dos desprotegidos. A contaminação está realizada e cada momento do seu ler é agora ilusão de um ser que te carrega nos ombros por pena do tamanho da sua caminhada. Caminhemos unidos da feiúra do nosso esplendor, correndo com o fluxo migratório de andorinhas pardas. Nosso trajeto é desconhecido, mas nossa trajetória está agora em nosso peito de onde brota um novo feixe de luz que acalenta os dedos carregados pela besta do saber.
J, M.
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