Eclipse lunar. Fantasia do mistério na junção dos corpos contentes no quente-frio sem compromisso, atrás de uma idéa em teia que repassa na cadeia do pensamento. Unção dos enfermos que transmitem a translucidade em forma de touro no labirinto da paixão. Paixão-sexo em expectativa de espera no pensar do dilúvio monocromático vermelho que bomba o suco dos hormônios na porra do pau em pomba.
No assassinato da trangressão a morte é incerta, contente e gata ronronante do podre em garras fortes de unha. Sombra no opaco, com o dedo no nariz retira a impureza do respirar nicotina e no ventre habita o anticristo em forma de útero arredio. Sem separação no até do dia raiar. Até da noite em talvez e quem sabe no você da fantasia sem saudade. O de repente não mais sabe que o para dentro pretende seguir fingindo, seguir seguindo. Obscura poesia do ir. Com mais você sem menos de tu, querendo pendência da balança leve em pluma. Deitados no ninho do tapete em roda fulgurante. Bolero te quero em capim de bem-te-vi perto um do outro. Outronum. Verde vê o capim do pio do bem-te-vi no cerrado em pássaro sobrevoa a cascavel arredia no instinto agarrar. As mãos escorrem na flor do espeto trazido na nuca. Irmã no salto de rã que pula em sentido único acasalando-se com o coaxar dos entregues. Acaba em sopro onde a proximadade é deserta, irmão-irmã de couro unido nas mãos desgarradas do melequento jantar. Bocas abertas no espaço dos dentes. Áurea formigada no grito da tua pleura, as escapadas furtivas do toureiro em meio em minotauro. Chifres ar. Agarram-se no grito do rosto canção e vão à caminho do lunar-solático dos seus corpos eclipsados no embaraço do ver.
No assassinato da trangressão a morte é incerta, contente e gata ronronante do podre em garras fortes de unha. Sombra no opaco, com o dedo no nariz retira a impureza do respirar nicotina e no ventre habita o anticristo em forma de útero arredio. Sem separação no até do dia raiar. Até da noite em talvez e quem sabe no você da fantasia sem saudade. O de repente não mais sabe que o para dentro pretende seguir fingindo, seguir seguindo. Obscura poesia do ir. Com mais você sem menos de tu, querendo pendência da balança leve em pluma. Deitados no ninho do tapete em roda fulgurante. Bolero te quero em capim de bem-te-vi perto um do outro. Outronum. Verde vê o capim do pio do bem-te-vi no cerrado em pássaro sobrevoa a cascavel arredia no instinto agarrar. As mãos escorrem na flor do espeto trazido na nuca. Irmã no salto de rã que pula em sentido único acasalando-se com o coaxar dos entregues. Acaba em sopro onde a proximadade é deserta, irmão-irmã de couro unido nas mãos desgarradas do melequento jantar. Bocas abertas no espaço dos dentes. Áurea formigada no grito da tua pleura, as escapadas furtivas do toureiro em meio em minotauro. Chifres ar. Agarram-se no grito do rosto canção e vão à caminho do lunar-solático dos seus corpos eclipsados no embaraço do ver.
J, M.
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