Flores petrificando o meu estado eufórico. Comendo pétalas com mel de abelha morta. Sob meus pés o verde chora e abraça meus dedos frios. Na alma, grita poesia inconteste. A ponta do dedo dormente contra os gritos loucos do âmago púrpura. Rosas, lírios, margaridas, giraluas. Colho e entrego no revelar dos cérebros. Boneca com aids. Flor sem espinho.
J, M.
Keine Kommentare:
Kommentar veröffentlichen